Artigos de — 11 2007
Produção de jogos para o ensino/aprendizagem de ciências
Outro trabalho que propus aos alunes na sala de ciências foi a produção de jogos. Pedi que cada grupo inventasse um jogo que pudesse ser utilizado para aprender ciêcnias e que, depois, os outros grupos o utilizariam.
Foi interessante, considerando que - pra não variar - alguns grupos se dedicaram, fizeram, perguntaram, responderam, testaram. E outros nada.
Mas a vida é assim mesmo… uns são outros não; uns tão, outros não; uns bão outros não; uns…
Vejam as fotos e divirtam-se.
11/11/2007 3 Comentários
Corpo humano - trabalho prático na sala de ciências
Então, vamos ao que deu certo - ao menos mais ou menos…
Fiz certa vez uma proposta de construirmos um corpo humano como um “quebra-cabeças”, talvez inspirado em mim mesmo…
Os alunos, em grupo, desenharam e recortaram, em papelão, um formato de corpo humano. Depois, desenharam e pintaram em papel os órgãos do corpo humano, que também foram colados em papelão e recortados.
Assim, eles puderam, ao apresentar o trabalho para os outros grupos, “reconstruir” o corpo e seus sistemas, explicando, claro, as funções de cada órgão, cada sistema, as questões de saúde envolvidas, etc.
Vamos às fotos:








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Na mesma linha:
a) http://www.ocorpohumano.com.br/
b) http://colorirasaladeaula.blog.pt/Metodologia/
c) http://www.webciencia.com/11_00menu.htm
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Dindin:
Veja os preços, pelo BuscaPé, de diversos livros sobre o Corpo Humano, para subsidiar as suas práticas…
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Veja também um livro sobre prática em Ciências!!
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10/11/2007 13 Comentários
Professor tem que ter paciência!
Ainda não ascendi o suficiente na escala evolutiva no quesito Paciência - apesar de achar que a tenho. Só que vejo a paciência como um copo vazio, em que as pessoas vão enchendo-o, enchendo-o, enchendo-o… até derramar. Quando derrama, é porque acabou o estoque.
Paciência é algo que certas vezes me falta. Mas falta justamente com aqueles com quem deveria ter mais. “Não tenho mais paciência com Fulano” quer dizer o quê? Que simplesmente que não tenho paciência, ou que o meu copo é pequeno pra ele? Ou que foi cheio e não foi esvaziado?
Aos outros, aos quais a tenho, a tenho porque é fácil, certo?, porque esses não precisam. Não usam o meu parco estoque. Aqueles que, por serem como são, necessitam mais, fico sem. Então, tenho pouca.
É claro que o tamanho do copo varia muito, indo do dedal ao canecão de chopp irlandês de acordo com o dia, a hora do dia, da fome, da quantidade de horas dormidas, do estresse, da quantidade e qualidade do sexo, etc.
Mas, pensando relacionalmente à proporção existente no mesmo momento distribuída a pessoas distintas, continuo tendo com quem não necessita - por não abusar - e não tendo com quem necessita - por muitos motivos.
Sempre penso nisso e fico atento quando estou em sala. Senão acaba fazendo com que trate uns e outros de forma umas e outras.
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Na mesma linha:
a) http://blog.controversia.com.br/2007/10/28/professor-profissao-perigo/
b) http://pf.filho.zip.net/arch2007-06-03_2007-06-09.html#2007_06-06_15_17_58-120461234-0
c) http://josedacosta2005.zip.net/arch2006-01-01_2006-01-31.html#2006_01-23_12_30_10-100403366-0
d) http://josedacosta2005.zip.net/arch2005-12-01_2005-12-31.html#2005_12-13_20_16_13-100403366-0
10/11/2007 Nenhum Comentário
Sala de Ciências - um privilégio!
Bom, sempre lutei por uma sala de ciências para dar aulas. Assim que entrei no município do Rio, descobri que a escola tinha um laboratório enorme, que não era utilizado. Me apossei! Passei a somente dar aulas nele, a ponto de os alunos já irem direto para lá quando toca o sinal.
Como sempre juntei tudo quanto é coisinhas do mundo natural: conchas, ossos, penas, pedras, etc. etc. etc., levei alguma coisas pra lá e ainda fomos juntando outras, junto com os alunos.
Ano passado solicitei uma pequena reforma, retirando aquelas bancadas de laboratório (deixando apenas uma), compramos aquários, coloquei mesas e TCHAM! um lugar bom para estudar e fazer pesquisas.
Vejam algumas fotos. Depois coloco algumas coisas sobre os trabalhos desenvolvidos e as dificuldades.
Como eu disse, nas próximas mensagens coloco algumas das atividades que consegui desenvoilver por aqui.
Fique ligado e até lá.
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Na mesma linha:
a) http://www.esmaria.g12.br/projetos_2003/projetos_salas.asp
b )http://www.gluon.com.br/blog/
09/11/2007 3 Comentários
Reunião dos Coletivos Educadores do Estado do Rio de Janeiro
Querides amigues, desculpe a ausência. Sei que foram centenas de pessoas desesperadas por não haver novas mensagens nestes últimos dois dias, mas é que estive em uma reunião em Saquarema dos Coletivos Educadores do Estado do Rio de Janeiro.
Para quem não sabe o que é, vá no saite do MMA e veja. Tem também uma apresentação interessante sobre isso.
As Salas Verdes do estado também foram convidadas a participar, mesmo não sendo parte de um Coletivo Educador. Eu fui convidado, então, como coordenador da Sala Verde de Niterói, do Centro de Educação Ambiental de Niterói , do IBG. (Veja aqui nosso mais recente relatório).
Saí de lá com boa impressão. Parece complicado - e é - mas também não é. Entendeu? Pois é assim mesmo. A idéia é muito boa, mas está sendo construída. Ainda tem muitos detalhes a serem transpostos, mas a reunião foi para isso mesmo, para os grupos discutirem sobre suas dificuldades e trocarem experiências tentando superá-las.
Não tenho aqui todos os nomes dos coletivos presentes, por isto não citarei nenhum, mas assim que tiver mais informações sobre o evento, vou complementando esta mensagem.
Algumas propostas foram encaminhadas, como:
a) a articulação em rede dos coletivos do estado do Rio (com a formação de uma lista de discussão);
b) a indicação de representantes para o acompanhamento do GIEA (Grupo Interdisciplinar de Educação Ambiental), que atua junto à Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente - ufa!;
c) a indicação de representantes para acompanhamento do trabalho da Superintendência de EA;
d) a formação de um banco de currículos e trocas de experiências entre os coletivos.
Recebemos todos um CD com muitas informações. Verificarei a possibilidade de colocar aqui algumas delas e, em caso positivo, farei-o. (JÁ O FIZ)
Chega. Vamos às fotos:

Visual do hotel
08/11/2007 4 Comentários
Colaborações do NEPA
Continuando as colaborações externas, coloco aqui alguns artigos e pesquisas enviadas pelo Professor Roosevelt S. Fernandes, coordenador do NEPA - Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental, ligado a Faculdade Brasileira – UNIVIX, Vitória – ES.
Criado em 2003, o NEPA vem se dedicando a análise da percepção ambiental em segmentos formadores de opinião. Todas as pesquisas desenvolvidas pelo NEPA, usam metodologia desenvolvida pelo próprio núcleo.
Artigos e pesquisas do NEPA:
b) Proposta do ENADE ambiental.pdf
e) Uso racinal da água - artigo.pdf
g) Percepção Ambiental da Epresa MARMOCIL LTDA.pdf
h) Percepção Ambiental frente à problemática da água.pdf
i) Avaliação do prefil de Cidadania Ambiental.pdf
j) Uso da percepção ambiental como instrumento de gestão.pdf
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Obs.:
a) As colaborações externas não refletem, necessariamente, as opiniões e os trabalhos do responsável pelo blog, sendo este eu mesmo que vos escrevo, Declev Reynier Dib-Ferreira.
b) São, portanto, de inteira responsabilidade dos seus autores, a quem eu descerro um espaço para divulgação de seus trabalhos, pesquisas, artigos, publicações.
c) Se você gostaria de fazer o mesmo, entre em contato.
04/11/2007 Nenhum Comentário
Texto do Philippe Pomier Layrargues
Alguns pesquisadores e autores são de extrema importância em nossa vida profissional.
Em relação à educação ambiental - além de outros sobre os quais depois falarei -, indico o Philippe.
Leia qualquer coisa dele; é bom. Faz-nos refletir sobre questões que daríamos como certas e estabilizadas, muitas vezes dando uma guinada em nossos idéias.
Particularmente, indico o “O cinismo da reciclagem…“, um texto sobre as reais intenções acerca da reciclagem das latinhas de alumínio - propagada como a grande prova da capacidade do Brasil de dar respostas às questões dos resíduos.
Serviu-me como divisor de águas (ou de lixos…).
Divirtam-se.
Compare os preços do livro onde se encontra este artigo e outros muito bons, através do BuscaPé.
02/11/2007 2 Comentários






