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	<title>Comentários sobre: Quantos talentos deixaremos escapar pelos nossos dedos?</title>
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	<description>Informações Docentes, Discentes e Decentes</description>
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		<title>Por: Sobre comentário à Carta à Secretária, artigo de Ali Kamel, escola, educação... &#124; Diário do Professor</title>
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		<dc:creator>Sobre comentário à Carta à Secretária, artigo de Ali Kamel, escola, educação... &#124; Diário do Professor</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 16:30:05 +0000</pubDate>
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		<description>[...] o que eu disse em Quantos talentos deixaremos escapar pelos nossos dedos?. Nada mais a acrescentar. &#8220;O incrível é que escolas particulares, as melhores, reprovam com [...]</description>
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		<title>Por: Declev Dib-Ferreira</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/06/08/quantos-talentos-deixaremos-escapar-pelos-nossos-dedos/comment-page-1/#comment-403</link>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 19:46:52 +0000</pubDate>
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		<description>Olá João, 

Estive meio parado de escrever por aqui, por isso a demora na resposta. São tantas coisas que a gente faz ao mesmo tempo para poder ir além de sobreviver...

Como íamos dizendo, o quadro é uma praga! Uma sala de aula, no inconsciente coletivo, é um quadro negro (ou verde, ou branco) e carteiras enfileiradas viradas para este.

Quebro com este paradigma na minha escola. Não facilmente, mas quebro. Nem uso o quadro, que serve para anotar recados.

Mas voltando ao post, quando falo de &quot;talentos&quot; não falo só dos superdotados. Falo de todos os alunos que têm algum talento. Simples assim.

Superdotados podemos dizer que são mais raros e até aparecem mais - apesar de não termos políticas voltadas para eles (eu não as conheço).

Estou falando daquele aluno que sabe e gosta de desenhar; que sabe jogar bola bem; que gosta de ler e escrever ficções; que sabe grafitar uma parede como ninguém; que canta rap; que dança bem... 

Qual a dificuldade de aprofundar estes talentos, ao invés de achar que ele tem que saber o que são rochas metamórficas? (ou paralelamente a isso?).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá João, </p>
<p>Estive meio parado de escrever por aqui, por isso a demora na resposta. São tantas coisas que a gente faz ao mesmo tempo para poder ir além de sobreviver&#8230;</p>
<p>Como íamos dizendo, o quadro é uma praga! Uma sala de aula, no inconsciente coletivo, é um quadro negro (ou verde, ou branco) e carteiras enfileiradas viradas para este.</p>
<p>Quebro com este paradigma na minha escola. Não facilmente, mas quebro. Nem uso o quadro, que serve para anotar recados.</p>
<p>Mas voltando ao post, quando falo de &#8220;talentos&#8221; não falo só dos superdotados. Falo de todos os alunos que têm algum talento. Simples assim.</p>
<p>Superdotados podemos dizer que são mais raros e até aparecem mais &#8211; apesar de não termos políticas voltadas para eles (eu não as conheço).</p>
<p>Estou falando daquele aluno que sabe e gosta de desenhar; que sabe jogar bola bem; que gosta de ler e escrever ficções; que sabe grafitar uma parede como ninguém; que canta rap; que dança bem&#8230; </p>
<p>Qual a dificuldade de aprofundar estes talentos, ao invés de achar que ele tem que saber o que são rochas metamórficas? (ou paralelamente a isso?).</p>
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		<title>Por: João Carlos</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/06/08/quantos-talentos-deixaremos-escapar-pelos-nossos-dedos/comment-page-1/#comment-400</link>
		<dc:creator>João Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 02:57:23 +0000</pubDate>
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		<description>Palmas para você!!! A &quot;lousa&quot; (para remontar a suas origens arcaicas) é uma praga!... Mas isso se enquadra no que eu disse sobre as escolas terem se transformado em tristes arremedos. 

&quot;Meios auxiliares&quot; ainda são giz, apagador e o onipresente &quot;quadro negro&quot; (os primeiros verdes, eu fui conhecer no Curso Científico... modernos, curvos... e igualmente chatos...)

Curioso é que a apresentação dos livros escolares mudou (eu estudei álgebra nos FTD/FIC da vida...), mas a sala de aula continua a mesma, se você der o desconto de que carteiras de fórmica e plástico não diferem muito das de madeira...

Mas nem pense em falar em &quot;superdotados&quot;... Isso é &quot;politicamente incorreto&quot;!... Neste Brasil, &quot;talento&quot; é coisa para desportista... :(</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Palmas para você!!! A &#8220;lousa&#8221; (para remontar a suas origens arcaicas) é uma praga!&#8230; Mas isso se enquadra no que eu disse sobre as escolas terem se transformado em tristes arremedos. </p>
<p>&#8220;Meios auxiliares&#8221; ainda são giz, apagador e o onipresente &#8220;quadro negro&#8221; (os primeiros verdes, eu fui conhecer no Curso Científico&#8230; modernos, curvos&#8230; e igualmente chatos&#8230;)</p>
<p>Curioso é que a apresentação dos livros escolares mudou (eu estudei álgebra nos FTD/FIC da vida&#8230;), mas a sala de aula continua a mesma, se você der o desconto de que carteiras de fórmica e plástico não diferem muito das de madeira&#8230;</p>
<p>Mas nem pense em falar em &#8220;superdotados&#8221;&#8230; Isso é &#8220;politicamente incorreto&#8221;!&#8230; Neste Brasil, &#8220;talento&#8221; é coisa para desportista&#8230; <img src='http://diariodoprofessor.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: Declev Dib-Ferreira</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/06/08/quantos-talentos-deixaremos-escapar-pelos-nossos-dedos/comment-page-1/#comment-397</link>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 01:58:43 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é João, 

Mas acabo percebendo que, muitas vezes, a escola não muda por conta de quem trabalha lá dentro! 

É difícil disser isso, mas em primeiro lugar, deixamos muitas vezes acontecer; em segundo, quando podemos mudar, não fazemos, porque &quot;dá trabalho&quot;.

Tenho dito ultimamente, e porei isto em um novo artigo não muito distante, &quot;tire o quadro negro (hoje verde) da sala&quot; e os professores irão à loucura!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é João, </p>
<p>Mas acabo percebendo que, muitas vezes, a escola não muda por conta de quem trabalha lá dentro! </p>
<p>É difícil disser isso, mas em primeiro lugar, deixamos muitas vezes acontecer; em segundo, quando podemos mudar, não fazemos, porque &#8220;dá trabalho&#8221;.</p>
<p>Tenho dito ultimamente, e porei isto em um novo artigo não muito distante, &#8220;tire o quadro negro (hoje verde) da sala&#8221; e os professores irão à loucura!</p>
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	<item>
		<title>Por: Concurso de Poesias para Superdotados &#124; Carioca no Cerrado</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/06/08/quantos-talentos-deixaremos-escapar-pelos-nossos-dedos/comment-page-1/#comment-395</link>
		<dc:creator>Concurso de Poesias para Superdotados &#124; Carioca no Cerrado</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 00:40:32 +0000</pubDate>
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		<description>[...] a notícia aí debaixo acalme os ânimos do Declev. Não pelo malandro ser superdotado, mas por que o cara gosta de escrever umas (boas) Poesias de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a notícia aí debaixo acalme os ânimos do Declev. Não pelo malandro ser superdotado, mas por que o cara gosta de escrever umas (boas) Poesias de [...]</p>
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		<title>Por: João Carlos</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/06/08/quantos-talentos-deixaremos-escapar-pelos-nossos-dedos/comment-page-1/#comment-393</link>
		<dc:creator>João Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 16:58:19 +0000</pubDate>
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		<description>Porque &quot;escola&quot; virou um triste arremedo de escola. Porque se tornou &lt;b&gt;obrigatório&lt;/b&gt; e até pecuniariamente &lt;b&gt;recompensado&lt;/b&gt; os pais meterem os filhos em uma &quot;escola&quot;. Porque dois terços do que ensinam em uma &quot;escola&quot; não têm aplicação prática imediata (e um bom terço, nem futura...) e não é possível alguém se interessar por estudo, sem entender &quot;por que eu tenho que aprender isso&quot;. Porque os professores são mal preparados e os abnegados que tentam se manter atualizados não são incentivados. Porque as &quot;escolas&quot; não têm condições mínimas de &lt;b&gt;ensinar&lt;/b&gt;, nem àqueles raros que gostam de aprender.

E, essencialmente, porque não interessa às elites que a &quot;plebe ignara&quot; deixe de ser &quot;ignara&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Porque &#8220;escola&#8221; virou um triste arremedo de escola. Porque se tornou <b>obrigatório</b> e até pecuniariamente <b>recompensado</b> os pais meterem os filhos em uma &#8220;escola&#8221;. Porque dois terços do que ensinam em uma &#8220;escola&#8221; não têm aplicação prática imediata (e um bom terço, nem futura&#8230;) e não é possível alguém se interessar por estudo, sem entender &#8220;por que eu tenho que aprender isso&#8221;. Porque os professores são mal preparados e os abnegados que tentam se manter atualizados não são incentivados. Porque as &#8220;escolas&#8221; não têm condições mínimas de <b>ensinar</b>, nem àqueles raros que gostam de aprender.</p>
<p>E, essencialmente, porque não interessa às elites que a &#8220;plebe ignara&#8221; deixe de ser &#8220;ignara&#8221;.</p>
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