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	<title>Comentários sobre: Mais um dia na vida de um professor</title>
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	<description>Informações Docentes, Discentes e Decentes</description>
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		<title>Por: Valter Augusto</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/09/19/mais-um-dia-na-vida-de-um-professor/comment-page-1/#comment-3226</link>
		<dc:creator>Valter Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 12:58:07 +0000</pubDate>
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		<description>Quem é esse cara?O tal Domingos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é esse cara?O tal Domingos?</p>
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		<title>Por: Luiz Domingos de Luna</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/09/19/mais-um-dia-na-vida-de-um-professor/comment-page-1/#comment-2702</link>
		<dc:creator>Luiz Domingos de Luna</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Dec 2010 00:46:38 +0000</pubDate>
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		<description>Educação – Um edifício em construção.
Luiz Domingos de Luna*
No tapete da existência, a humanidade ruma, numa estrada infinita, renovada a cada geração, a corrente da civilização, a cada etapa, uma porção de conhecimento, cera básica para a harmonização da convivência dos seres humanos no espaço tempo.
Não existe civilização sem conhecimentos, assim, quanto maior for o acúmulo de conhecimentos mais elaborado o processo de civilidade, e por extensão, a difusão deste, em ritmo acelerativo, forma o painel de coesão da totalidade, do conjunto, onde o progresso afirmativo é diluído em toda a textura sociológica, todo o mapa social é constituído de solidez, de consistência para a untação de valores que formam as colunas básicas da sociedade; logo a plataforma social deve ser constituída de uma  amálgama forte e consistente o suficiente para: o todo  compor as partes na amplitude geral.
A Educação é um agente provocador de mudanças, numa dimensão interna, imperceptível inicialmente, pois é sempre o choque entre a convicção da leitura de mundo, já devidamente enraizada, sobre o pôster amostral da existência e a nova objetiva a que vem iluminar, para uma visão mais ampla, no compasso limitado de cada um.
A Educação é um processo, e como todo, depende da ação anterior, do durante, e do posterior, se o processo nasce errado, dificilmente se chega ao acerto, pois como o próprio nome diz, é tão somente uma continuidade de acertos ou de erros. Assim qualquer falha no processo toda a seqüência está fadada ao fracasso, bem como a continuidade de acertos, somente poderá culminar com o sucesso pleno.
A Educação pressupõe aptidão, todo sociedade apta a educação é uma sociedade desenvolvida, desde que, se entenda como aptidão, uma sede intelectual, uma motivação interna, uma vontade de dar o salto entre o conhecimento distante ao gosto de tê-lo aprisionado as equações dos já existentes, para que, já na intimidade do ser de cada um, a certeza de que, estas novas equações advindas do processo educacional é luz para si, para a família, para a sociedade, para o mundo e para a vida.
(*) Procurar na web</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Educação – Um edifício em construção.<br />
Luiz Domingos de Luna*<br />
No tapete da existência, a humanidade ruma, numa estrada infinita, renovada a cada geração, a corrente da civilização, a cada etapa, uma porção de conhecimento, cera básica para a harmonização da convivência dos seres humanos no espaço tempo.<br />
Não existe civilização sem conhecimentos, assim, quanto maior for o acúmulo de conhecimentos mais elaborado o processo de civilidade, e por extensão, a difusão deste, em ritmo acelerativo, forma o painel de coesão da totalidade, do conjunto, onde o progresso afirmativo é diluído em toda a textura sociológica, todo o mapa social é constituído de solidez, de consistência para a untação de valores que formam as colunas básicas da sociedade; logo a plataforma social deve ser constituída de uma  amálgama forte e consistente o suficiente para: o todo  compor as partes na amplitude geral.<br />
A Educação é um agente provocador de mudanças, numa dimensão interna, imperceptível inicialmente, pois é sempre o choque entre a convicção da leitura de mundo, já devidamente enraizada, sobre o pôster amostral da existência e a nova objetiva a que vem iluminar, para uma visão mais ampla, no compasso limitado de cada um.<br />
A Educação é um processo, e como todo, depende da ação anterior, do durante, e do posterior, se o processo nasce errado, dificilmente se chega ao acerto, pois como o próprio nome diz, é tão somente uma continuidade de acertos ou de erros. Assim qualquer falha no processo toda a seqüência está fadada ao fracasso, bem como a continuidade de acertos, somente poderá culminar com o sucesso pleno.<br />
A Educação pressupõe aptidão, todo sociedade apta a educação é uma sociedade desenvolvida, desde que, se entenda como aptidão, uma sede intelectual, uma motivação interna, uma vontade de dar o salto entre o conhecimento distante ao gosto de tê-lo aprisionado as equações dos já existentes, para que, já na intimidade do ser de cada um, a certeza de que, estas novas equações advindas do processo educacional é luz para si, para a família, para a sociedade, para o mundo e para a vida.<br />
(*) Procurar na web</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Domingos de Luna</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/09/19/mais-um-dia-na-vida-de-um-professor/comment-page-1/#comment-2593</link>
		<dc:creator>Luiz Domingos de Luna</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 19:49:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=368#comment-2593</guid>
		<description>Implosões Explosivas
Luiz Domingos de Luna*
Nunca tanto, a juventude, a conspirar contra o funcionamento saudável de seu próprio metabolismo. É incrível a sede por a sopa destrutiva consumida pelos adolescentes e jovens, da mais simples e, aparentemente, inofensiva substância, até a de complexidade maior para a implosão metabólica do próprio organismo.
Esta busca desenfreada por esta massa explosiva que distrai, destrói e dilacera a fase áurea dos seres humanos em pleno alvorecer da mocidade, à progressão geométrica o consumo, deve ser um sinal de que algo distorcido vem ocorrendo no espaço social, pois a busca pela alteração da realidade não pode ser interpretado como um fator naturalizado da paisagem existencial presente.
A história mostra que o consumo deste caldo destruidor, às mais das vezes, tinha uma bandeira de protesto, um justificativa, de cunho ideológico, político, familiar, social, enfim; os estudiosos sempre encontravam algo para justificar esta disformia, no consumo exagerado, destes radicais livres a entupirem a sobriedade do campo racional lógico, palpável e harmônico para a consistência do tecido sociológico como um todo.
Á luz da convivência interativa no tempo presente, não são claros as forças pulsativas que fomentam a base para tal consumo deste material volumoso, que assassina o corpo e mata a alma humana.
É até um paradoxo quando os idosos fazem de tudo para ter uma aparência jovial, uma espécie de eternização da juventude, numa luta diária para preservar esta fase, pelo menos na aparência, Já, a massa juvenil busca todas as formas para destruir essa aparência de vigor e esplendor, talvez até na busca da velhice precoce, porém se não for, uma coisa é certa a idosos precoces, pelo menos na aparência, são inexoráveis.
Professor – Aurora - Ceará</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Implosões Explosivas<br />
Luiz Domingos de Luna*<br />
Nunca tanto, a juventude, a conspirar contra o funcionamento saudável de seu próprio metabolismo. É incrível a sede por a sopa destrutiva consumida pelos adolescentes e jovens, da mais simples e, aparentemente, inofensiva substância, até a de complexidade maior para a implosão metabólica do próprio organismo.<br />
Esta busca desenfreada por esta massa explosiva que distrai, destrói e dilacera a fase áurea dos seres humanos em pleno alvorecer da mocidade, à progressão geométrica o consumo, deve ser um sinal de que algo distorcido vem ocorrendo no espaço social, pois a busca pela alteração da realidade não pode ser interpretado como um fator naturalizado da paisagem existencial presente.<br />
A história mostra que o consumo deste caldo destruidor, às mais das vezes, tinha uma bandeira de protesto, um justificativa, de cunho ideológico, político, familiar, social, enfim; os estudiosos sempre encontravam algo para justificar esta disformia, no consumo exagerado, destes radicais livres a entupirem a sobriedade do campo racional lógico, palpável e harmônico para a consistência do tecido sociológico como um todo.<br />
Á luz da convivência interativa no tempo presente, não são claros as forças pulsativas que fomentam a base para tal consumo deste material volumoso, que assassina o corpo e mata a alma humana.<br />
É até um paradoxo quando os idosos fazem de tudo para ter uma aparência jovial, uma espécie de eternização da juventude, numa luta diária para preservar esta fase, pelo menos na aparência, Já, a massa juvenil busca todas as formas para destruir essa aparência de vigor e esplendor, talvez até na busca da velhice precoce, porém se não for, uma coisa é certa a idosos precoces, pelo menos na aparência, são inexoráveis.<br />
Professor – Aurora &#8211; Ceará</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Domingos de Luna</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/09/19/mais-um-dia-na-vida-de-um-professor/comment-page-1/#comment-2059</link>
		<dc:creator>Luiz Domingos de Luna</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 14:01:15 +0000</pubDate>
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		<description>Super proteção – Um Castigo.

Luiz Domingos de Luna*

 

Os adolescentes, ao tempo da ditadura militar, sonhavam com a liberdade como um instrumento de auto-afirmação na família, nas comunidades e na sociedade como um todo. Pois, apesar do regime de exceção, a alma do espírito democrático a rondar o inconsciente ou &quot;consciente maturativo&quot;. De que algo no espaço social, político precisava ser mudado. Este eixo espiritual não foi destruído pela força de dominação do militares à época.

 

A noção de mudança, sempre presente no tecido sociológico brasileiro, a inquietação grassava desde as camadas sociais mais baixas às mais altas – Elites.

 

O espírito mudancista sempre presente no meio social em todas as suas arestas, em proporções e intensidades constantes, como uma massa pensamental uniforme e invisível a incomodar sempre o regime de opressão. – Uma permanente inquietação.

 

A entrada no regime democrático um sonho realizado de um povo que não acostomou-se com a mordaça.

 

A mancha negra do regime de exceção não pode e nem deve ser um trauma para  superproteção de crianças, adolescentes, ou mesmo adultos, por algo que não pertence mais ao mundo deles, pois o relativismo político do estado brasileiro foi incorporado ao Estado Democrático de Direito.

 

Ao se propalar a superproteção às novas gerações, que vivem a liberdade, ideal sonhado  pela anterior,   está se criando um grande paradoxo, pois a própria liberdade almejada pela geração anterior não pode  ser utilizada como ferramenta para o bem comum, vez que os pais passam a controlar os passos de seus filhos de forma intensiva, coercitiva desde o nascimento, formando assim, não filhos reais, mais filhos ideais, modelos, referências, projetos, tudo, menos uma vida  autônoma e soberana no espaço tempo.

 

 A vida não pode ser um projeto de vida que não deu certo em um ideal sonhado por outrem, visto cada um, ser único e total. Educação, orientação, sim, porém superproteção nunca, pois a superproteção é apenas um castigo disfarçado.

* Professor – Aurora – Ceará.

.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Super proteção – Um Castigo.</p>
<p>Luiz Domingos de Luna*</p>
<p>Os adolescentes, ao tempo da ditadura militar, sonhavam com a liberdade como um instrumento de auto-afirmação na família, nas comunidades e na sociedade como um todo. Pois, apesar do regime de exceção, a alma do espírito democrático a rondar o inconsciente ou &#8220;consciente maturativo&#8221;. De que algo no espaço social, político precisava ser mudado. Este eixo espiritual não foi destruído pela força de dominação do militares à época.</p>
<p>A noção de mudança, sempre presente no tecido sociológico brasileiro, a inquietação grassava desde as camadas sociais mais baixas às mais altas – Elites.</p>
<p>O espírito mudancista sempre presente no meio social em todas as suas arestas, em proporções e intensidades constantes, como uma massa pensamental uniforme e invisível a incomodar sempre o regime de opressão. – Uma permanente inquietação.</p>
<p>A entrada no regime democrático um sonho realizado de um povo que não acostomou-se com a mordaça.</p>
<p>A mancha negra do regime de exceção não pode e nem deve ser um trauma para  superproteção de crianças, adolescentes, ou mesmo adultos, por algo que não pertence mais ao mundo deles, pois o relativismo político do estado brasileiro foi incorporado ao Estado Democrático de Direito.</p>
<p>Ao se propalar a superproteção às novas gerações, que vivem a liberdade, ideal sonhado  pela anterior,   está se criando um grande paradoxo, pois a própria liberdade almejada pela geração anterior não pode  ser utilizada como ferramenta para o bem comum, vez que os pais passam a controlar os passos de seus filhos de forma intensiva, coercitiva desde o nascimento, formando assim, não filhos reais, mais filhos ideais, modelos, referências, projetos, tudo, menos uma vida  autônoma e soberana no espaço tempo.</p>
<p> A vida não pode ser um projeto de vida que não deu certo em um ideal sonhado por outrem, visto cada um, ser único e total. Educação, orientação, sim, porém superproteção nunca, pois a superproteção é apenas um castigo disfarçado.</p>
<p>* Professor – Aurora – Ceará.</p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Domingos de Luna</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/09/19/mais-um-dia-na-vida-de-um-professor/comment-page-1/#comment-1547</link>
		<dc:creator>Luiz Domingos de Luna</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 17:03:48 +0000</pubDate>
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		<description>POLITIZAÇÃO JÁ !

Luiz Domingos de Luna

A juventude Brasileira vive num vácuo muito forte, talvez o marasmo juvenil, seja conseqüência de falta de bandeiras, de causas, de uma diretriz, um norte, uma rota, um caminho a ser seguido, pois, é comum os jovens dissolvidos numa rotina escaldante da repetição de uma rotina dura e plástica voltado apenas para o caminhar de seu próprio universo  de suas atividades básicas, amorfas, geladas, enquanto o horizonte social e político a esperar a atuação da juventude no  alicerce  para a formação de novas lideranças, novos movimentos, novas aglutinações, mas não, tudo  para. Uma parada inoportuna, cruel e totalmente lesiva para a confecção de um novo olhar social e por extensão uma visão globalizada sobre os interesses do Brasil e da América latina como um todo.

Por que a juventude brasileira está tão dispersa ?  Não existe ponto de coesão no pensamento juvenil ? Esta falta de interesse com o bem estar social, político, econômico (...) é sinal de descaso ? De decepção com o quadro existencial, ou simplesmente é falta de iniciativa, de pulsar, de garra para com o futuro que, sem dúvidas para nós, otimistas, sempre foi e será promissor.

É triste saber que essa massa viva que brota no seio da sociedade não esteja preocupada com a qualificação do espaço social em todas as suas arestas, pois os movimentos parcos, quando acontecem, são sempre eventos efêmeros, sem raízes, sem a determinação do engajamento político na consolidação de uma força de coesão afirmativa.

Quando o quadro político se renova, de prontidão, a juventude a disseminar pechas sociais, raposas velhas, os mesmos de sempre e por ai vai... Ora, como mudar a situação se não existe uma consciência do jovem de que a preparação de novos talentos, seja: artísticos, culturais, políticos e sociais são fermentados dentro do próprio espaço social. O Por vir juvenil não pode e não deve ser coisificado, pois a sociedade fica sempre na busca do elo de continuidade existencial, na falta, o ciclo vicioso se repete, mas vale ressaltar que a repetição se dá devido ao vácuo existente.

Dentro deste contexto é mister afirmar que sem uma politização forte, coesa, atuante, diversificada e determinada por parte dos jovens, nós i estamos sempre condenados a viver com  os dogmas, a falhas, e  todo entulho de uma geração que  nasceu  com os costumes de um passado obsoleto,viciados em   limitações, em conservar   um padrão ético que não existe mais, e a sociedade sempre engessada nesta camisa de força  de valores cultivados em um mundo que não existe mais.

Chega de sonhar com o mundo projetado pelos nossos pais, nossos avós, nossos (...) precisamos construir já, um novo mundo, um mundo em que o jovem seja de fato e de direto o agente de transformação da sociedade no cumprimento das necessidades tão urgentes de que o Brasil Precisa e  que aguarda as propostas dos jovens que nunca chegam ? 

Acorda juventude, pois o tempo passa, a vida passa e não dá para viver eternamente em busca de culpados para problemas que nós mesmos contribuímos para a sua existência e na fizemos para eliminar as causas. 
www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>POLITIZAÇÃO JÁ !</p>
<p>Luiz Domingos de Luna</p>
<p>A juventude Brasileira vive num vácuo muito forte, talvez o marasmo juvenil, seja conseqüência de falta de bandeiras, de causas, de uma diretriz, um norte, uma rota, um caminho a ser seguido, pois, é comum os jovens dissolvidos numa rotina escaldante da repetição de uma rotina dura e plástica voltado apenas para o caminhar de seu próprio universo  de suas atividades básicas, amorfas, geladas, enquanto o horizonte social e político a esperar a atuação da juventude no  alicerce  para a formação de novas lideranças, novos movimentos, novas aglutinações, mas não, tudo  para. Uma parada inoportuna, cruel e totalmente lesiva para a confecção de um novo olhar social e por extensão uma visão globalizada sobre os interesses do Brasil e da América latina como um todo.</p>
<p>Por que a juventude brasileira está tão dispersa ?  Não existe ponto de coesão no pensamento juvenil ? Esta falta de interesse com o bem estar social, político, econômico (&#8230;) é sinal de descaso ? De decepção com o quadro existencial, ou simplesmente é falta de iniciativa, de pulsar, de garra para com o futuro que, sem dúvidas para nós, otimistas, sempre foi e será promissor.</p>
<p>É triste saber que essa massa viva que brota no seio da sociedade não esteja preocupada com a qualificação do espaço social em todas as suas arestas, pois os movimentos parcos, quando acontecem, são sempre eventos efêmeros, sem raízes, sem a determinação do engajamento político na consolidação de uma força de coesão afirmativa.</p>
<p>Quando o quadro político se renova, de prontidão, a juventude a disseminar pechas sociais, raposas velhas, os mesmos de sempre e por ai vai&#8230; Ora, como mudar a situação se não existe uma consciência do jovem de que a preparação de novos talentos, seja: artísticos, culturais, políticos e sociais são fermentados dentro do próprio espaço social. O Por vir juvenil não pode e não deve ser coisificado, pois a sociedade fica sempre na busca do elo de continuidade existencial, na falta, o ciclo vicioso se repete, mas vale ressaltar que a repetição se dá devido ao vácuo existente.</p>
<p>Dentro deste contexto é mister afirmar que sem uma politização forte, coesa, atuante, diversificada e determinada por parte dos jovens, nós i estamos sempre condenados a viver com  os dogmas, a falhas, e  todo entulho de uma geração que  nasceu  com os costumes de um passado obsoleto,viciados em   limitações, em conservar   um padrão ético que não existe mais, e a sociedade sempre engessada nesta camisa de força  de valores cultivados em um mundo que não existe mais.</p>
<p>Chega de sonhar com o mundo projetado pelos nossos pais, nossos avós, nossos (&#8230;) precisamos construir já, um novo mundo, um mundo em que o jovem seja de fato e de direto o agente de transformação da sociedade no cumprimento das necessidades tão urgentes de que o Brasil Precisa e  que aguarda as propostas dos jovens que nunca chegam ? </p>
<p>Acorda juventude, pois o tempo passa, a vida passa e não dá para viver eternamente em busca de culpados para problemas que nós mesmos contribuímos para a sua existência e na fizemos para eliminar as causas.<br />
<a href="http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Indiara Nunes</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/09/19/mais-um-dia-na-vida-de-um-professor/comment-page-1/#comment-1510</link>
		<dc:creator>Indiara Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 01:30:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=368#comment-1510</guid>
		<description>Oi,Declev.Sou professora como você e há dias em que a convivência com adolescentes parece um tanto desastrosa.Eu acho que faltam muitos limites em alguns garotos por aí,mas por outro lado,há os que te fazem sorrir todos os dias com seu carisma,e é isso que nõ me deixa desistir de ser educadora(mesmo sabendo que lugar de ser educado é em casa:escola é lugar de buscar conhecimentos,traçar estratégias para competir no mercado de trabalho-a poucos isso interessa,mas tudo bem).Força aí,colega.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi,Declev.Sou professora como você e há dias em que a convivência com adolescentes parece um tanto desastrosa.Eu acho que faltam muitos limites em alguns garotos por aí,mas por outro lado,há os que te fazem sorrir todos os dias com seu carisma,e é isso que nõ me deixa desistir de ser educadora(mesmo sabendo que lugar de ser educado é em casa:escola é lugar de buscar conhecimentos,traçar estratégias para competir no mercado de trabalho-a poucos isso interessa,mas tudo bem).Força aí,colega.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Domingos de Luna</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/09/19/mais-um-dia-na-vida-de-um-professor/comment-page-1/#comment-1445</link>
		<dc:creator>Luiz Domingos de Luna</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2009 19:27:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=368#comment-1445</guid>
		<description>A ÉTICA DOS PODEROSOS 

Enquanto nós brasileiros pagamos honestamente os nossos impostos, políticos inescrupulosos se aliam aos empresários, donos de grandes empreiteiras para construírem edifícios de areia. Que servem somente para mostrar, o descaso, a inoperância, a incompetência de um estado que gasta muito e gasta mal.

Até Quando ? Quando esta violência contra o povo brasileiro, terá enfim, um fim ?

Não podemos ser um país de faz de contas, pois é muito prejuízo, primeiro: uma política urbana elitista, voltada para o bem estar dos grandes empreiteiros, segundo: superfaturamento de obras, terceiro: prédios feitos com material de última classe, após a burocracia e o torramento do dinheiro público, finalmente o prédio é erguido com material de péssima qualidade, quando a estrutura física já dá sinais de queda, uma porção de miseráveis sem ter onde morar vão tentar viver no local que foi o canteiro do desperdício do dinheiro publico. É uma vergonha nacional, são chutados, como vagabundos ou drogados, sem nenhum respeito ao ser humano. Qual a serventia destes prédios superfaturados? Uma estrutura rachada vai servir para que? Porque os sem tetos não podem ocupar a sobra de um estado gastador e gastador de péssima qualidade. Até quando temos que suportar este descaso.Cadê a política de moradia voltada para o bem estar do homem simples e humilde, - Sem rendas ?. Chega de Demagogia barata. O País precisa de seriedade política urgente. E, principalmente respeito para com os mais humildes (Sem rendas) e que são apenas, subproduto de uma política voltada para o bem estar dos poderosos.
A repostagem citar a fonte e o implante do link do autor www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com
Grato,
O Autor</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ÉTICA DOS PODEROSOS </p>
<p>Enquanto nós brasileiros pagamos honestamente os nossos impostos, políticos inescrupulosos se aliam aos empresários, donos de grandes empreiteiras para construírem edifícios de areia. Que servem somente para mostrar, o descaso, a inoperância, a incompetência de um estado que gasta muito e gasta mal.</p>
<p>Até Quando ? Quando esta violência contra o povo brasileiro, terá enfim, um fim ?</p>
<p>Não podemos ser um país de faz de contas, pois é muito prejuízo, primeiro: uma política urbana elitista, voltada para o bem estar dos grandes empreiteiros, segundo: superfaturamento de obras, terceiro: prédios feitos com material de última classe, após a burocracia e o torramento do dinheiro público, finalmente o prédio é erguido com material de péssima qualidade, quando a estrutura física já dá sinais de queda, uma porção de miseráveis sem ter onde morar vão tentar viver no local que foi o canteiro do desperdício do dinheiro publico. É uma vergonha nacional, são chutados, como vagabundos ou drogados, sem nenhum respeito ao ser humano. Qual a serventia destes prédios superfaturados? Uma estrutura rachada vai servir para que? Porque os sem tetos não podem ocupar a sobra de um estado gastador e gastador de péssima qualidade. Até quando temos que suportar este descaso.Cadê a política de moradia voltada para o bem estar do homem simples e humilde, &#8211; Sem rendas ?. Chega de Demagogia barata. O País precisa de seriedade política urgente. E, principalmente respeito para com os mais humildes (Sem rendas) e que são apenas, subproduto de uma política voltada para o bem estar dos poderosos.<br />
A repostagem citar a fonte e o implante do link do autor <a href="http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com</a><br />
Grato,<br />
O Autor</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Domingos de Luna</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/09/19/mais-um-dia-na-vida-de-um-professor/comment-page-1/#comment-1440</link>
		<dc:creator>Luiz Domingos de Luna</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 17:52:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=368#comment-1440</guid>
		<description>Falência Intelectual         Por Luiz Domingos de Luna

Qual a motivação para o estudante brasileiro ? Todo dia ele consome a bomba da
realidade desumana e cruel em que vive, Estado inepto, corrupção escancarada,
políticos corruptos, impunes, violência nos presídios, os fortes matando e
subindo em cima dos fracos, os honestos vivendo no paraíso da miséria da
chateação e da cobrança. - O Que foi que tu ganhaste com esta tua honestidade?
- Esta honestidade serve para que mesmo?.
 Enfim, estamos vivendo uma época da
inversão de valores. Neste terreno fácil, do mundo fácil, pela queima de etapas
via o caminho clandestino da malversação ridícula de uma política que beneficia
o palhaço, o espertalhão, o garanhão, o sabichão; e pune os
honestos, os cidadãos, os barnabés, os homens de bem, é uma polícia muito
interessante, contanto que não se espere muito da aprimoração intelectual da
sociedade, principalmente, da classe estudantil. Primeiro: o estudante está se
questionando vale a pena estudar tanto para ganhar tão pouco? Vale a pena ser
um doutor para viver no meio dos oportunistas? Vale a Pena ser um construtor
social no meio dos espertalhões? Vale a pena ser um barnabé para ser vaiado
pelos gaiatos de um capitalismo selvagem e excludente que somente beneficia os que só servem  para serem garotos ou garotas de marketing de um capitalismo excludente e que,
luta, incansavelmente para manter a juventude alienada. Quando o aluno faz
greve é logo taxado de oportunista, idiota. O Que esperar da classe estudantil
quando &quot;os sem diplomas&quot; são os grandes diplomados na arte de concentrar
capitais, poder, prestígio, dinheiro e lucro fácil. 
Os Estudantes devem
realmente passar por uma crise ou &quot;uma bomba de realidade tão forte&quot;, tão intensa,
que estudar já não é tão importante pelo menos no momento atual. Mas a qualquer
momento esta realidade triste da existência em que se vive, pode ser mudada, ai
sim, deveremos investir no &quot;ser&quot;, através do estudo da prática do bem comum, da
ética, do respeito, do compromisso com a sociedade, com o Estado, com a família.
Afinal &quot;o ter&quot; passa, porém, - O SER é Eterno.
Autorizo repostagem, favor citar a fonte e o link do autor www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com
Grato,
O Autor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falência Intelectual         Por Luiz Domingos de Luna</p>
<p>Qual a motivação para o estudante brasileiro ? Todo dia ele consome a bomba da<br />
realidade desumana e cruel em que vive, Estado inepto, corrupção escancarada,<br />
políticos corruptos, impunes, violência nos presídios, os fortes matando e<br />
subindo em cima dos fracos, os honestos vivendo no paraíso da miséria da<br />
chateação e da cobrança. &#8211; O Que foi que tu ganhaste com esta tua honestidade?<br />
- Esta honestidade serve para que mesmo?.<br />
 Enfim, estamos vivendo uma época da<br />
inversão de valores. Neste terreno fácil, do mundo fácil, pela queima de etapas<br />
via o caminho clandestino da malversação ridícula de uma política que beneficia<br />
o palhaço, o espertalhão, o garanhão, o sabichão; e pune os<br />
honestos, os cidadãos, os barnabés, os homens de bem, é uma polícia muito<br />
interessante, contanto que não se espere muito da aprimoração intelectual da<br />
sociedade, principalmente, da classe estudantil. Primeiro: o estudante está se<br />
questionando vale a pena estudar tanto para ganhar tão pouco? Vale a pena ser<br />
um doutor para viver no meio dos oportunistas? Vale a Pena ser um construtor<br />
social no meio dos espertalhões? Vale a pena ser um barnabé para ser vaiado<br />
pelos gaiatos de um capitalismo selvagem e excludente que somente beneficia os que só servem  para serem garotos ou garotas de marketing de um capitalismo excludente e que,<br />
luta, incansavelmente para manter a juventude alienada. Quando o aluno faz<br />
greve é logo taxado de oportunista, idiota. O Que esperar da classe estudantil<br />
quando &#8220;os sem diplomas&#8221; são os grandes diplomados na arte de concentrar<br />
capitais, poder, prestígio, dinheiro e lucro fácil.<br />
Os Estudantes devem<br />
realmente passar por uma crise ou &#8220;uma bomba de realidade tão forte&#8221;, tão intensa,<br />
que estudar já não é tão importante pelo menos no momento atual. Mas a qualquer<br />
momento esta realidade triste da existência em que se vive, pode ser mudada, ai<br />
sim, deveremos investir no &#8220;ser&#8221;, através do estudo da prática do bem comum, da<br />
ética, do respeito, do compromisso com a sociedade, com o Estado, com a família.<br />
Afinal &#8220;o ter&#8221; passa, porém, &#8211; O SER é Eterno.<br />
Autorizo repostagem, favor citar a fonte e o link do autor <a href="http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com</a><br />
Grato,<br />
O Autor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Declev Dib-Ferreira</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/09/19/mais-um-dia-na-vida-de-um-professor/comment-page-1/#comment-1029</link>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 23:30:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=368#comment-1029</guid>
		<description>Oi Luiz,

Acho a internet fundamental hoje em dia, especialmente falando em fluxo de informações.

Eu não sei se saberia viver sem.

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Luiz,</p>
<p>Acho a internet fundamental hoje em dia, especialmente falando em fluxo de informações.</p>
<p>Eu não sei se saberia viver sem.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Domingos de Luna</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2008/09/19/mais-um-dia-na-vida-de-um-professor/comment-page-1/#comment-1019</link>
		<dc:creator>Luiz Domingos de Luna</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 18:33:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=368#comment-1019</guid>
		<description>Internet a serviço  da educação

Luiz Domingos de Luna
procurar na web

Creio que urge a necessidade da informatização plena na escola pública e privada, penso que os estudantes precisam ser incentivados pelo educadores a fazer pesquisas constantes, diárias, à criação do hábito ao uso da internet, vez que, o volume de infomações e conhecimentos fornecido estão flutuando numa dinâmica muito acelerada, absorver este conteúdo disponível é ponto iniciático para a compreensão deste ritimo intenso, ao tempo de processamentos epistemógicos, de maior valia para a integração dos estudantes aos acervos educacionais diversificados,  ao abastecimento de novos modelos mentais, que a pesquisa oferece, vez a  diversidades do novos olhares, pluralizados dos  vários autores  pesquisados, oportunizando  aos “alunos pesquisadores”  a flexibilidade da contextualização e  apreensão dos conteúdos disponíveis, que embora contenham o mesmo certe central, porém com  diferença, pois os focos  didáticos são sempre heterogênicos e amplos, assim, os estudantes poderão escolher, ou mesmo compilar  a sua visão de mundo à luz de novas óticas de   conhecimentos em fluxos normativos no aprimoramento dos seres humanos no espaço social e educacional; contudo o material escrito, livros, livros didáticos, científicos, históricos{...} revistas, trabalhos acadêmicos{...} são a base da civilização humana, a pesquisa na internet é uma ferramenta a mais para a elasticidade de campos do conhecimentos que ainda não estão acessíveis,  ou  em alguns casos,  materializados no papel, mas sem acesso a todos os segmentos sociais.
www.colunadomignos.blogspot.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Internet a serviço  da educação</p>
<p>Luiz Domingos de Luna<br />
procurar na web</p>
<p>Creio que urge a necessidade da informatização plena na escola pública e privada, penso que os estudantes precisam ser incentivados pelo educadores a fazer pesquisas constantes, diárias, à criação do hábito ao uso da internet, vez que, o volume de infomações e conhecimentos fornecido estão flutuando numa dinâmica muito acelerada, absorver este conteúdo disponível é ponto iniciático para a compreensão deste ritimo intenso, ao tempo de processamentos epistemógicos, de maior valia para a integração dos estudantes aos acervos educacionais diversificados,  ao abastecimento de novos modelos mentais, que a pesquisa oferece, vez a  diversidades do novos olhares, pluralizados dos  vários autores  pesquisados, oportunizando  aos “alunos pesquisadores”  a flexibilidade da contextualização e  apreensão dos conteúdos disponíveis, que embora contenham o mesmo certe central, porém com  diferença, pois os focos  didáticos são sempre heterogênicos e amplos, assim, os estudantes poderão escolher, ou mesmo compilar  a sua visão de mundo à luz de novas óticas de   conhecimentos em fluxos normativos no aprimoramento dos seres humanos no espaço social e educacional; contudo o material escrito, livros, livros didáticos, científicos, históricos{&#8230;} revistas, trabalhos acadêmicos{&#8230;} são a base da civilização humana, a pesquisa na internet é uma ferramenta a mais para a elasticidade de campos do conhecimentos que ainda não estão acessíveis,  ou  em alguns casos,  materializados no papel, mas sem acesso a todos os segmentos sociais.<br />
<a href="http://www.colunadomignos.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.colunadomignos.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
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