<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Os projetos de trabalho são uma forma de dar aulas &#8211; uma educação diferente, quiçá melhor</title>
	<atom:link href="http://diariodoprofessor.com/2009/03/04/os-projetos-de-trabalho-sao-uma-forma-de-dar-aulas-uma-educacao-diferente-quica-melhor/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://diariodoprofessor.com/2009/03/04/os-projetos-de-trabalho-sao-uma-forma-de-dar-aulas-uma-educacao-diferente-quica-melhor/</link>
	<description>Informações Docentes, Discentes e Decentes</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 May 2012 19:22:22 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Madge Bianchi</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/03/04/os-projetos-de-trabalho-sao-uma-forma-de-dar-aulas-uma-educacao-diferente-quica-melhor/comment-page-1/#comment-2238</link>
		<dc:creator>Madge Bianchi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 06:19:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=651#comment-2238</guid>
		<description>Parabéns pelo site. Os assuntos e as discussões são bem pertinentes à prática na escola.

Li os comentários ao artigo  &quot;Escola ou presídio em dia de motim?&quot; e acabei parando aqui. Não podia deixar de comentar. Compartilho da mesma visão, Declev. Sou professora de Física no ensino médio. Leciono há apenas 4 anos e fico cada dia mais triste com o que vejo na escola. Concordo e muito quando você diz que o &quot;escola para todos&quot; transformou a escola em escola de ninguém. Eu, enquanto professora, me sinto de mãos atadas e que o sonho dessa profissão tão linda vai se esvaindo muito rapidamente. Quem escolheu ser professor certamente não o fez pelo salário (somos tão ridicularizados pela sociedade justamente pelo salário), pelo menos eu foi por considerar esta uma missão tão nobre e um trabalho tão prazeroso ao ver alunos com os olhos brilhando enquanto aprendem, se sentindo capazes, formando-se cidadãos. Mas isso só é possível depois de ensinar regras básicas de convivência em grupo, o que consome muito das aulas. Sinto-me mais &quot;babá&quot; do que professora, pior, babá de criança grande. Será que sou só eu?

Ah, só mais um detalhe: gostaria de saber onde o Roberto viu que trabalhar com projeto aumenta salário...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo site. Os assuntos e as discussões são bem pertinentes à prática na escola.</p>
<p>Li os comentários ao artigo  &#8220;Escola ou presídio em dia de motim?&#8221; e acabei parando aqui. Não podia deixar de comentar. Compartilho da mesma visão, Declev. Sou professora de Física no ensino médio. Leciono há apenas 4 anos e fico cada dia mais triste com o que vejo na escola. Concordo e muito quando você diz que o &#8220;escola para todos&#8221; transformou a escola em escola de ninguém. Eu, enquanto professora, me sinto de mãos atadas e que o sonho dessa profissão tão linda vai se esvaindo muito rapidamente. Quem escolheu ser professor certamente não o fez pelo salário (somos tão ridicularizados pela sociedade justamente pelo salário), pelo menos eu foi por considerar esta uma missão tão nobre e um trabalho tão prazeroso ao ver alunos com os olhos brilhando enquanto aprendem, se sentindo capazes, formando-se cidadãos. Mas isso só é possível depois de ensinar regras básicas de convivência em grupo, o que consome muito das aulas. Sinto-me mais &#8220;babá&#8221; do que professora, pior, babá de criança grande. Será que sou só eu?</p>
<p>Ah, só mais um detalhe: gostaria de saber onde o Roberto viu que trabalhar com projeto aumenta salário&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Canelhas</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/03/04/os-projetos-de-trabalho-sao-uma-forma-de-dar-aulas-uma-educacao-diferente-quica-melhor/comment-page-1/#comment-1104</link>
		<dc:creator>Luiz Canelhas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 07:52:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=651#comment-1104</guid>
		<description>De minha parte acredito que o colega que tanto criticou, ainda não tentou trabalhar com projetos: É verdade dão mais trabalho ao professor e não aumenta em nada seu salário. Se algum colega sabe onde paga-se mais por se trabalhar assim: por favor, informe aos outros que gostam de ter todo esse trabalho! No meu caso é algo entre os “300 anos” e a “Pedagogia de Projetos”: Meu problema são os malditos 100 minutos por semana. Fico sem saber ao certo até onde devo trabalhar os conteúdos e/ou dar uma maior liberdade aos alunos. Nesse tiroteio de interesses termino por optar pelas duas coisas, trabalhando com experimentos que ficam quase que totalmente por conta dos alunos, propondo a “montagem de equipamentos” que possam levar-nos (eu e eles) a raciocinar sobre como será montado o experimento (materiais a serem usados; montagem; medições; verificação teórica dos resultados...), por outro lado gasto boa parte de minhas aulas com pequenos resumos teóricos (até hoje não existe, onde trabalho, o livro didático de Física; seria muito bom se eles pudessem montar seus próprios resumos, aprendendo a aprender) e fazendo exercícios de vestibulares e concursos. Cabe aqui ressaltar que “pago” até mais 2,0 pontos na média para os alunos que fazem exercícios no quadro (0,5 por exercício feito corretamente e 1,0 para tanto com a devida explicação aos colegas), também o mesmo critério (de zero até 2,0 pontos) para os alunos que se interessam em fazer apresentações sobre Ciência e Cientistas. Também os experimentos são assim “remunerados”. Acho que ficou claro que meus bimestres valem 12 pontos (2,0 para as pesquisas obrigatórias – feitas a mão, onde são cobradas tabelas, esquemas e gráficos – 3,0 do teste – tendo como base somente exercícios resolvidos em aula – 5,0 da prova – com 10 questões retiradas de concursos e vestibulares, dando, sempre que possível, preferência aquelas de raciocínio e não numéricas, sem cálculos matemáticos – até + 2,0 na media conforme foi citado – Exercícios; Apresentações; Experimentos; Boas respostas durante a participação na aula...). Então, não sei se sou um professor que não que dar aulas ou sou um velho Matusalém de somente “300 anos”!!!!
luiz.canelhas@ymail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De minha parte acredito que o colega que tanto criticou, ainda não tentou trabalhar com projetos: É verdade dão mais trabalho ao professor e não aumenta em nada seu salário. Se algum colega sabe onde paga-se mais por se trabalhar assim: por favor, informe aos outros que gostam de ter todo esse trabalho! No meu caso é algo entre os “300 anos” e a “Pedagogia de Projetos”: Meu problema são os malditos 100 minutos por semana. Fico sem saber ao certo até onde devo trabalhar os conteúdos e/ou dar uma maior liberdade aos alunos. Nesse tiroteio de interesses termino por optar pelas duas coisas, trabalhando com experimentos que ficam quase que totalmente por conta dos alunos, propondo a “montagem de equipamentos” que possam levar-nos (eu e eles) a raciocinar sobre como será montado o experimento (materiais a serem usados; montagem; medições; verificação teórica dos resultados&#8230;), por outro lado gasto boa parte de minhas aulas com pequenos resumos teóricos (até hoje não existe, onde trabalho, o livro didático de Física; seria muito bom se eles pudessem montar seus próprios resumos, aprendendo a aprender) e fazendo exercícios de vestibulares e concursos. Cabe aqui ressaltar que “pago” até mais 2,0 pontos na média para os alunos que fazem exercícios no quadro (0,5 por exercício feito corretamente e 1,0 para tanto com a devida explicação aos colegas), também o mesmo critério (de zero até 2,0 pontos) para os alunos que se interessam em fazer apresentações sobre Ciência e Cientistas. Também os experimentos são assim “remunerados”. Acho que ficou claro que meus bimestres valem 12 pontos (2,0 para as pesquisas obrigatórias – feitas a mão, onde são cobradas tabelas, esquemas e gráficos – 3,0 do teste – tendo como base somente exercícios resolvidos em aula – 5,0 da prova – com 10 questões retiradas de concursos e vestibulares, dando, sempre que possível, preferência aquelas de raciocínio e não numéricas, sem cálculos matemáticos – até + 2,0 na media conforme foi citado – Exercícios; Apresentações; Experimentos; Boas respostas durante a participação na aula&#8230;). Então, não sei se sou um professor que não que dar aulas ou sou um velho Matusalém de somente “300 anos”!!!!<br />
<a href="mailto:luiz.canelhas@ymail.com">luiz.canelhas@ymail.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

