<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Como não deixar a depressão entrar em sala?</title>
	<atom:link href="http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/</link>
	<description>Informações Docentes, Discentes e Decentes</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 12:09:40 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Declev Dib-Ferreira</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/comment-page-1/#comment-3403</link>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 19:29:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1023#comment-3403</guid>
		<description>Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: NENEM KYTY</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/comment-page-1/#comment-3401</link>
		<dc:creator>NENEM KYTY</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 05:21:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1023#comment-3401</guid>
		<description>É DIFICIL ,SEI,TAMBEM PASSO PELO MESMO , E É PORQUE SOU ALUNA .MAS ESSA NUVEM NEGRA VAI PASSAR,CONFIE EM DEUS E ENTREGUE -SE A ELE ,POIS AS TRIBULAÇÕES DO DIA DIA SÃO PESADAS,MAS NÃO DESANIMEMOS, SÓ JESUS PARA AJUDAR-NOS E A TODA A HUMANIDADE QUE PASSA MOMENTOS DIFÍCEIS.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É DIFICIL ,SEI,TAMBEM PASSO PELO MESMO , E É PORQUE SOU ALUNA .MAS ESSA NUVEM NEGRA VAI PASSAR,CONFIE EM DEUS E ENTREGUE -SE A ELE ,POIS AS TRIBULAÇÕES DO DIA DIA SÃO PESADAS,MAS NÃO DESANIMEMOS, SÓ JESUS PARA AJUDAR-NOS E A TODA A HUMANIDADE QUE PASSA MOMENTOS DIFÍCEIS.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Declev Dib-Ferreira</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/comment-page-1/#comment-3294</link>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 01:16:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1023#comment-3294</guid>
		<description>Oi Gleu,

Que queu posso dizer? 

Muita força.

Abraços,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Gleu,</p>
<p>Que queu posso dizer? </p>
<p>Muita força.</p>
<p>Abraços,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: GLEU</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/comment-page-1/#comment-3293</link>
		<dc:creator>GLEU</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 00:36:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1023#comment-3293</guid>
		<description>Oi professor, seus artigos me impressionam, parece que vc esta descrevendo não só os meus sentimentos como professora, mas a minha escola. 
A minha cidade tem aproximadamente 18 mil habitantes e fica no interior de São Paulo e a sua realidade aí no Rio é idêntica a  da minha cidade que é infinitamente menor. Confesso que comecei a rir de alguns artigos pois vc descreveu exatamente a minha rotina em sala de aula, tanto que acabei tirando licença por estar com sentimento de fracasso. Não trabalho só pelo dinheiro( que é o meu sustento) mas pq escolhi com o meu coração esta profissão e só queria e quero ser respeitada e me sentir útil as pessoas. Mas isso hj em dia é pedir muito para nossa sociedade e governantes.
Encerro dizendo ( coisa que a sociedade deveria dizer)que nós professores somos tudo neste país e já pensou se decidíssemos todos ,não ir para a escola??? Nos afastar coletivamente da profissão??? o que será que iria acontecer com o país????
É bom refletirmos.

Abraços.
Gleu...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi professor, seus artigos me impressionam, parece que vc esta descrevendo não só os meus sentimentos como professora, mas a minha escola.<br />
A minha cidade tem aproximadamente 18 mil habitantes e fica no interior de São Paulo e a sua realidade aí no Rio é idêntica a  da minha cidade que é infinitamente menor. Confesso que comecei a rir de alguns artigos pois vc descreveu exatamente a minha rotina em sala de aula, tanto que acabei tirando licença por estar com sentimento de fracasso. Não trabalho só pelo dinheiro( que é o meu sustento) mas pq escolhi com o meu coração esta profissão e só queria e quero ser respeitada e me sentir útil as pessoas. Mas isso hj em dia é pedir muito para nossa sociedade e governantes.<br />
Encerro dizendo ( coisa que a sociedade deveria dizer)que nós professores somos tudo neste país e já pensou se decidíssemos todos ,não ir para a escola??? Nos afastar coletivamente da profissão??? o que será que iria acontecer com o país????<br />
É bom refletirmos.</p>
<p>Abraços.<br />
Gleu&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Declev Dib-Ferreira</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/comment-page-1/#comment-2614</link>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 14:48:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1023#comment-2614</guid>
		<description>Oi Patricia,

Todo mundo tem o que dizer, e a internet é super democrática. Vá em frente.

Eu, como muitos, também tenho a vontade de mudar tudo, melhorar a educação, fazer acontecer. Mas o tempo vai minando nossas forças.

Vou continuar até onde der. Depois vem outros...

Abraços,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Patricia,</p>
<p>Todo mundo tem o que dizer, e a internet é super democrática. Vá em frente.</p>
<p>Eu, como muitos, também tenho a vontade de mudar tudo, melhorar a educação, fazer acontecer. Mas o tempo vai minando nossas forças.</p>
<p>Vou continuar até onde der. Depois vem outros&#8230;</p>
<p>Abraços,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Patricia Lopes</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/comment-page-1/#comment-2599</link>
		<dc:creator>Patricia Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 15:52:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1023#comment-2599</guid>
		<description>Olá, Declev.
Sou de São Paulo e atuo como professora de português na rede municipal de ensino. A realidade que você descreve em muitos de seus textos não é diferente da minha, como não é diferente da que é descrita por muitos colegas que aqui colocam seus depoimentos. Não sou professora da rede há muito tempo, só há cinco anos, e nesse período já pensei muitas vezes em jogar a toalha e procurar outra coisa para fazer da minha vida. Aliás, esse é o conselho que muitos dos meus colegas mais experientes me dão: &quot;Você é novinha, vá estudar para fazer outra coisa porque a escola do jeito que está só tende a piorar.&quot; 
Mas acho que o magistério está entranhado em mim, como está entranhado em você. Costumo dizer que sou professora de teimosa que sou e mesmo levando uma paulada aqui e outra ali, não desisto. Não desisto porque existe ainda uma esperança em mim que não me deixa parar, que me faz acreditar que é possível mudar, embora as minhas ações sejam muito solitárias, como são as ações de muitos professores que lutam para melhorar dia-a-dia nem que seja uma faisquinha minúscula da realidade em que vivem nas escolas. Ser professor atualmente é uma luta diária para não perder a sanidade e o sentimento de angústia e frustração que você sente é o mesmo sentimento de muitos espalhados Brasil afora, o meu inclusive. Não se sinta culpado. Às vezes acho que o professor tem um sentimento meio megalomaníaco de que ele deve ser o super-herói que salvará o mundo dos vilões malvados. Mas a verdade é que somos seres humanos antes de sermos profissionais e como humanos de vez em quando extrapolamos a nossa raiva como seres humanos normais diante de situações-limite. É óbvio o que acabei de dizer, mas nem sempre o que é óbvio é fácil de ser percebido, tamanha é a força com que nos envolvemos com os conflitos diários. Não se desculpe por ter sangue quente correndo nas veias.
Força sempre. (mas não muita, porque senão a gente acaba quebrando a cara de algum aluno, rs)

Em tempo: descobri o seu blog por acaso, enquanto pesquisava sites e blogs que tivessem como tema &quot;o que é ser professor&quot;, até porque tenho a intenção de criar o meu blog sobre o mesmo tema. Já tenho um blog pessoal, se você quiser xeretar pode ficar à vontade. Lá aparecem alguns textos e desabafos sobre a prática em sala de aula, mais ou menos como você faz aqui, mas gostaria de criar um que fosse específico, até para trocar ideias e desabafos com outros professores, refletindo sobre o nosso dia-a-dia. Vendo o seu blog, fiquei até com medo de acabar chovendo no molhado ao desenvolver o meu, mas acho que cada um é que sabe a dor e a delícia de ser o que é, como disse Caetano. Vamos em frente!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Declev.<br />
Sou de São Paulo e atuo como professora de português na rede municipal de ensino. A realidade que você descreve em muitos de seus textos não é diferente da minha, como não é diferente da que é descrita por muitos colegas que aqui colocam seus depoimentos. Não sou professora da rede há muito tempo, só há cinco anos, e nesse período já pensei muitas vezes em jogar a toalha e procurar outra coisa para fazer da minha vida. Aliás, esse é o conselho que muitos dos meus colegas mais experientes me dão: &#8220;Você é novinha, vá estudar para fazer outra coisa porque a escola do jeito que está só tende a piorar.&#8221;<br />
Mas acho que o magistério está entranhado em mim, como está entranhado em você. Costumo dizer que sou professora de teimosa que sou e mesmo levando uma paulada aqui e outra ali, não desisto. Não desisto porque existe ainda uma esperança em mim que não me deixa parar, que me faz acreditar que é possível mudar, embora as minhas ações sejam muito solitárias, como são as ações de muitos professores que lutam para melhorar dia-a-dia nem que seja uma faisquinha minúscula da realidade em que vivem nas escolas. Ser professor atualmente é uma luta diária para não perder a sanidade e o sentimento de angústia e frustração que você sente é o mesmo sentimento de muitos espalhados Brasil afora, o meu inclusive. Não se sinta culpado. Às vezes acho que o professor tem um sentimento meio megalomaníaco de que ele deve ser o super-herói que salvará o mundo dos vilões malvados. Mas a verdade é que somos seres humanos antes de sermos profissionais e como humanos de vez em quando extrapolamos a nossa raiva como seres humanos normais diante de situações-limite. É óbvio o que acabei de dizer, mas nem sempre o que é óbvio é fácil de ser percebido, tamanha é a força com que nos envolvemos com os conflitos diários. Não se desculpe por ter sangue quente correndo nas veias.<br />
Força sempre. (mas não muita, porque senão a gente acaba quebrando a cara de algum aluno, rs)</p>
<p>Em tempo: descobri o seu blog por acaso, enquanto pesquisava sites e blogs que tivessem como tema &#8220;o que é ser professor&#8221;, até porque tenho a intenção de criar o meu blog sobre o mesmo tema. Já tenho um blog pessoal, se você quiser xeretar pode ficar à vontade. Lá aparecem alguns textos e desabafos sobre a prática em sala de aula, mais ou menos como você faz aqui, mas gostaria de criar um que fosse específico, até para trocar ideias e desabafos com outros professores, refletindo sobre o nosso dia-a-dia. Vendo o seu blog, fiquei até com medo de acabar chovendo no molhado ao desenvolver o meu, mas acho que cada um é que sabe a dor e a delícia de ser o que é, como disse Caetano. Vamos em frente!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Isabella Rodrigues</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/comment-page-1/#comment-2425</link>
		<dc:creator>Isabella Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 14:17:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1023#comment-2425</guid>
		<description>Maravilhoso...!!! Não desanime. Todos nós professores já passamos por experiências similares e continuamos tocando a bola para frente. Enquanto, não existir um projeto de valorização dos pedagogos, o Brasil constinuará assim, nessa banalização profissional (o faz tudo, que acaba não fazendo nada). Diariamente, sou psicologa, pedagoga, advogada e etc. E não obtemos o mérito que realmente nos pertence.
Parabéns.
Amanhã vou apresentar um trabalho no mestrado sobre Depressão Docente e Violência Escolar, o que encaixou o seu artigo.
Abraços Isabella</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maravilhoso&#8230;!!! Não desanime. Todos nós professores já passamos por experiências similares e continuamos tocando a bola para frente. Enquanto, não existir um projeto de valorização dos pedagogos, o Brasil constinuará assim, nessa banalização profissional (o faz tudo, que acaba não fazendo nada). Diariamente, sou psicologa, pedagoga, advogada e etc. E não obtemos o mérito que realmente nos pertence.<br />
Parabéns.<br />
Amanhã vou apresentar um trabalho no mestrado sobre Depressão Docente e Violência Escolar, o que encaixou o seu artigo.<br />
Abraços Isabella</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Flavio</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/comment-page-1/#comment-2356</link>
		<dc:creator>Flavio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 14:20:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1023#comment-2356</guid>
		<description>É meu caro Declev, a coisa é feia mesmo. Entrei recentemente na educação pública do Maranhão, como professor. Como qualquer iniciante eu tinha várias idéias e planos que visavam contribuir com a melhoria da educação maranhense. Mas ao ingressar no sistema deparei-me com um quadro muito desestimulante, cheio de fatores capazes de desanimar qualquer educador que queira realmente mudar as coisas. Na escola em que trabalho lido com todo tipo de problemas tais como: alunos indisciplinados que afrontam e não têm qualquer respeito pelo professor, excesso de  burocracia, precariedade da estrutura física da escola, diretora que não passa de um fantoche nas mãos da secretária, falta de laboratórios e recursos pedagógicos, biblioteca inadequada etc. Diante desse cenário, confesso que com menos de um ano de magistério na rede pública de ensino, já penso em mudar de profisssão. Entretanto, ao mesmo tempo, tento buscar motivação para continuar lecionando,  encarando o quadro deprimente da educação maranhense como um desafio pessoal para mim. Afinal de contas o que é a vida, sem desafios?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É meu caro Declev, a coisa é feia mesmo. Entrei recentemente na educação pública do Maranhão, como professor. Como qualquer iniciante eu tinha várias idéias e planos que visavam contribuir com a melhoria da educação maranhense. Mas ao ingressar no sistema deparei-me com um quadro muito desestimulante, cheio de fatores capazes de desanimar qualquer educador que queira realmente mudar as coisas. Na escola em que trabalho lido com todo tipo de problemas tais como: alunos indisciplinados que afrontam e não têm qualquer respeito pelo professor, excesso de  burocracia, precariedade da estrutura física da escola, diretora que não passa de um fantoche nas mãos da secretária, falta de laboratórios e recursos pedagógicos, biblioteca inadequada etc. Diante desse cenário, confesso que com menos de um ano de magistério na rede pública de ensino, já penso em mudar de profisssão. Entretanto, ao mesmo tempo, tento buscar motivação para continuar lecionando,  encarando o quadro deprimente da educação maranhense como um desafio pessoal para mim. Afinal de contas o que é a vida, sem desafios?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Flavio</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/comment-page-1/#comment-2355</link>
		<dc:creator>Flavio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 14:19:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1023#comment-2355</guid>
		<description>É meu caro Declev, a coisa é feia mesmo. Entrei recentemente na educação pública do Maranhão, como professor. Como qualquer iniciante eu tinha várias idéias e planos que visavam contribuir com a melhoria da educação maranhense. Mas ao ingressar no sistema deparei-me com um quadro muito desestimulante, cheio de fatores capazes de desanimar qualquer educador que queira realmente mudar as coisas. Na escola em que trabalho lido com todo tipo de problemas tais como: alunos indisciplinados que afrontam e não têm qualquer respeito pelo professor, excesso de  burocracia, precariedade da estrutura física da escola, diretora que não passa de um fantoche nas mãos da secretária, falta de laboratórios e recursos pedagógicos, biblioteca inadequada etc. Diante desse cenário, confesso que com menos de um ano de magistério na rede pública de ensino, já penso em mudar de profisssão. Entretanto, ao mesmo tempo, tento buscar motivação para continuar lecionando,  encarando o quadro deprimente da educação maranhão como um desafio pessoal para mim. Afinal de contas o que é a vida, sem desafios?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É meu caro Declev, a coisa é feia mesmo. Entrei recentemente na educação pública do Maranhão, como professor. Como qualquer iniciante eu tinha várias idéias e planos que visavam contribuir com a melhoria da educação maranhense. Mas ao ingressar no sistema deparei-me com um quadro muito desestimulante, cheio de fatores capazes de desanimar qualquer educador que queira realmente mudar as coisas. Na escola em que trabalho lido com todo tipo de problemas tais como: alunos indisciplinados que afrontam e não têm qualquer respeito pelo professor, excesso de  burocracia, precariedade da estrutura física da escola, diretora que não passa de um fantoche nas mãos da secretária, falta de laboratórios e recursos pedagógicos, biblioteca inadequada etc. Diante desse cenário, confesso que com menos de um ano de magistério na rede pública de ensino, já penso em mudar de profisssão. Entretanto, ao mesmo tempo, tento buscar motivação para continuar lecionando,  encarando o quadro deprimente da educação maranhão como um desafio pessoal para mim. Afinal de contas o que é a vida, sem desafios?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Claudio Laércio</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/09/como-nao-deixar-a-depressao-entrar-em-sala/comment-page-1/#comment-2153</link>
		<dc:creator>Claudio Laércio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 00:33:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1023#comment-2153</guid>
		<description>É amigo, a situação é muito complexa mesmo. Sou professor de Língua Portuguesa numa escola estadual aqui nos confins do nordeste. Trabalho com alunos que estão completamente alienados por um modelo de ensino resproducionista. Creio que eles vão para a escola apenas para usar a internet, namorar e fazer qualquer outra coisa, menos estudar. Confundem as dificuldades caracaterística do processo de aprendizagem com perseguição dos professor. Nos acusam na diretoria de estarmos os discriminando. Relutam em fazerem as atividades. Isso deixa-me chateado, pois estudamos tanto na graduação e nas pós para viver nesse processo de deterioração de nossa estima. Fico revoltado quando ouço um dos nossos colegas, dizer que a culta de tudo isso, é do professor. Perdo-eme a palavra, mas esse tipo de pessoa revelasse um filho da puta sem noção, pois professor não deve e nem pode assumir as deficiencias de um sitema educacional capenga, onde falta coordenação pedagógica, psicólogos e tantas outras coisas que se formos enumerar a depressão se torna um cêncer incurável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É amigo, a situação é muito complexa mesmo. Sou professor de Língua Portuguesa numa escola estadual aqui nos confins do nordeste. Trabalho com alunos que estão completamente alienados por um modelo de ensino resproducionista. Creio que eles vão para a escola apenas para usar a internet, namorar e fazer qualquer outra coisa, menos estudar. Confundem as dificuldades caracaterística do processo de aprendizagem com perseguição dos professor. Nos acusam na diretoria de estarmos os discriminando. Relutam em fazerem as atividades. Isso deixa-me chateado, pois estudamos tanto na graduação e nas pós para viver nesse processo de deterioração de nossa estima. Fico revoltado quando ouço um dos nossos colegas, dizer que a culta de tudo isso, é do professor. Perdo-eme a palavra, mas esse tipo de pessoa revelasse um filho da puta sem noção, pois professor não deve e nem pode assumir as deficiencias de um sitema educacional capenga, onde falta coordenação pedagógica, psicólogos e tantas outras coisas que se formos enumerar a depressão se torna um cêncer incurável.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

