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	<title>Comentários sobre: Resposta a comentário</title>
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	<description>Informações Docentes, Discentes e Decentes</description>
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		<title>Por: Graça Aguiar</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/15/resposta-a-comentario/comment-page-1/#comment-1943</link>
		<dc:creator>Graça Aguiar</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 18:58:54 +0000</pubDate>
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		<description>Regina, quero agradecer o seu carinho. Obrigada pelo incentivo. Acredito que é possível mudar, fazer melhor e construir um mundo melhor. Acabei de criar uma comunidade - Estou na Escola Pública -  no Orkut para discutir sobre educação, convido-a para participar dessa comunidade. O convite também é extensivo ao Declev e a todos os leitores deste espaço. 

Beijos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Regina, quero agradecer o seu carinho. Obrigada pelo incentivo. Acredito que é possível mudar, fazer melhor e construir um mundo melhor. Acabei de criar uma comunidade &#8211; Estou na Escola Pública &#8211;  no Orkut para discutir sobre educação, convido-a para participar dessa comunidade. O convite também é extensivo ao Declev e a todos os leitores deste espaço. </p>
<p>Beijos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Regina Milone</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/15/resposta-a-comentario/comment-page-1/#comment-1926</link>
		<dc:creator>Regina Milone</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 15:31:21 +0000</pubDate>
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		<description>Grande Graça!
Sua visão é ampla e profunda, na minha opinião, como eu gostaria que fosse a de todos os educadores (pedagogos e professores).
Também sou bastante idealista e vivo indignada com esse estado de coisas. 
Triste realidade a nossa...
E que ótimo termos esse espaço do blog do Declev, tipo divã mesmo, como vc colocou, pra desabafarmos!
Beijos,
Regina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Graça!<br />
Sua visão é ampla e profunda, na minha opinião, como eu gostaria que fosse a de todos os educadores (pedagogos e professores).<br />
Também sou bastante idealista e vivo indignada com esse estado de coisas.<br />
Triste realidade a nossa&#8230;<br />
E que ótimo termos esse espaço do blog do Declev, tipo divã mesmo, como vc colocou, pra desabafarmos!<br />
Beijos,<br />
Regina.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Graça Aguiar</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/15/resposta-a-comentario/comment-page-1/#comment-1920</link>
		<dc:creator>Graça Aguiar</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 23:16:41 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns, pelo seu blog. Estou lendo seus arquivos e sei que você fala do plano real da educação. 
Como todo idealista, como educador, você quer ensinar, você quer propiciar aos seus educandos um ensino de qualidade. Toda a sua revolta, a sua angústia e sofrimento é causada pela impotencia, por querer fazer e não ter chance. 
Creio que  crise  atual da educação é a dictomia existente entre o plano ideal e o plano real. Todo o sistema trabalha no plano ideal enquanto os docentes estão no plano real. 
Leciono História para o ensino médio, e vivo esta realidade. Segundo o plano ideal, o aluno que chega neste nível e possui um certificado de conclusão do ensino fundamental, domina todas as &quot;habilidades e competências&quot; necessárias para a nova fase. Entretanto, na prática, a maior parte teria dificuldades para acompanhar o programa estabelecido pelo Mec e pelas secretárias de educação, para o fundamental. Não existe dinâmica motivadora, que desperte a atenção ou o intusiasmo de um indivíduo semi-letrado, ele não vai conseguir acompanhar, não é culpa dele e também não é do professor. Não há tempo nem condições para alfabetizar esse jovem. Oficialmente, no plano ideal, este aluno está capacitado. Ele mesmo acredita que sim, afinal já tem um diploma. Este  jovem desde que chegou à escola sem foi promovido todo ano, sem estudar, brincando, se divertindo. Não aprendeu a valorizar o ato de aprender, isso para ele é automático.  Sou fã de carteirinha do Paulo Freire, mais o sistema me impede de colocar em prática as suas teses, explico: somos obrigados a cumprir um currículo determinado pelas instâncias superiores, dentro de três anos, aquele jovem deve estar capacitado para enfrentar o ENEM, isto é deverá ter as &quot;habilidades e competências&quot; que a prova vai avaliar. Quando,  onde e como, posso dar ao meu aluno as &quot;competências e as habilidades&quot; dos seguimentos anteriores para que ele adquira as do ensino médio? Nem o ENEM ou os vestibulares das universidades públicas, abrem mão destas &quot;habilidades e competências&quot;.  Resultado, o estudante da escola pública está fora. 
Quando tentamos colocar esta realidade em pauta, seja na sala de aula, em uma reunião ou mesmo na mídia, somos desautorizados pelas falas do plano ideal. Como? É você que não os motiva! Use o diálogo, tente novas metodologias! 
Todo o fracasso dos alunos é transferido para o professor, entretanto ninguém questiona ou analisa o sistema. 
O professor que reclama, que se angustia, que sofre não é um fracassado, pelo contrário, é um educador que ainda acredita na educação, que respeita seus alunos, acredita que o pobre tem potencial que pode crescer, se desenvolver igual ao rico.
É muito fácil viver no plano ideal, fazer de conta que a roupa do rei (nu) é linda ... Ver que o rei está nu, é complicado, dai o estresse, a revolta, a indignação. 
Declev, continue a nossa luta,  o meu lema é: melhor desabafar do que enfartar. Esse blog é um espaço de cartase, é o divã que esperavamos. 
Força, saúde mental, fé e sucesso!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns, pelo seu blog. Estou lendo seus arquivos e sei que você fala do plano real da educação.<br />
Como todo idealista, como educador, você quer ensinar, você quer propiciar aos seus educandos um ensino de qualidade. Toda a sua revolta, a sua angústia e sofrimento é causada pela impotencia, por querer fazer e não ter chance.<br />
Creio que  crise  atual da educação é a dictomia existente entre o plano ideal e o plano real. Todo o sistema trabalha no plano ideal enquanto os docentes estão no plano real.<br />
Leciono História para o ensino médio, e vivo esta realidade. Segundo o plano ideal, o aluno que chega neste nível e possui um certificado de conclusão do ensino fundamental, domina todas as &#8220;habilidades e competências&#8221; necessárias para a nova fase. Entretanto, na prática, a maior parte teria dificuldades para acompanhar o programa estabelecido pelo Mec e pelas secretárias de educação, para o fundamental. Não existe dinâmica motivadora, que desperte a atenção ou o intusiasmo de um indivíduo semi-letrado, ele não vai conseguir acompanhar, não é culpa dele e também não é do professor. Não há tempo nem condições para alfabetizar esse jovem. Oficialmente, no plano ideal, este aluno está capacitado. Ele mesmo acredita que sim, afinal já tem um diploma. Este  jovem desde que chegou à escola sem foi promovido todo ano, sem estudar, brincando, se divertindo. Não aprendeu a valorizar o ato de aprender, isso para ele é automático.  Sou fã de carteirinha do Paulo Freire, mais o sistema me impede de colocar em prática as suas teses, explico: somos obrigados a cumprir um currículo determinado pelas instâncias superiores, dentro de três anos, aquele jovem deve estar capacitado para enfrentar o ENEM, isto é deverá ter as &#8220;habilidades e competências&#8221; que a prova vai avaliar. Quando,  onde e como, posso dar ao meu aluno as &#8220;competências e as habilidades&#8221; dos seguimentos anteriores para que ele adquira as do ensino médio? Nem o ENEM ou os vestibulares das universidades públicas, abrem mão destas &#8220;habilidades e competências&#8221;.  Resultado, o estudante da escola pública está fora.<br />
Quando tentamos colocar esta realidade em pauta, seja na sala de aula, em uma reunião ou mesmo na mídia, somos desautorizados pelas falas do plano ideal. Como? É você que não os motiva! Use o diálogo, tente novas metodologias!<br />
Todo o fracasso dos alunos é transferido para o professor, entretanto ninguém questiona ou analisa o sistema.<br />
O professor que reclama, que se angustia, que sofre não é um fracassado, pelo contrário, é um educador que ainda acredita na educação, que respeita seus alunos, acredita que o pobre tem potencial que pode crescer, se desenvolver igual ao rico.<br />
É muito fácil viver no plano ideal, fazer de conta que a roupa do rei (nu) é linda &#8230; Ver que o rei está nu, é complicado, dai o estresse, a revolta, a indignação.<br />
Declev, continue a nossa luta,  o meu lema é: melhor desabafar do que enfartar. Esse blog é um espaço de cartase, é o divã que esperavamos.<br />
Força, saúde mental, fé e sucesso!</p>
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	<item>
		<title>Por: Gisele</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/15/resposta-a-comentario/comment-page-1/#comment-1829</link>
		<dc:creator>Gisele</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 22:29:35 +0000</pubDate>
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		<description>Que isso, colega! Vc não tem q se desculpar por nada, liberdad d expressao é um direito seu.  E eu, mais uma vez, bato palmas pra ti. To ctg Declev.
Um abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que isso, colega! Vc não tem q se desculpar por nada, liberdad d expressao é um direito seu.  E eu, mais uma vez, bato palmas pra ti. To ctg Declev.<br />
Um abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Somel Serip</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/15/resposta-a-comentario/comment-page-1/#comment-1673</link>
		<dc:creator>Somel Serip</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:10:01 +0000</pubDate>
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		<description>Todos , olá !
Bem , o que não posso deixar de firmar é : a Renata Lino, se até agora , nos seus 37 anos de vida , não aprendeu ser educada em suas argumentações , ela de fato está se direcionando erroneamente à pedagogia ! 
Por ser agressiva e ofensiva , nunca irá harmonizar a teoria com a prática !
Pena que ela não tenha consciência da realidade na qual está atolado o sistema de ensino público brasileiro ...
Abraços à todos !
Somel Serip .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Todos , olá !<br />
Bem , o que não posso deixar de firmar é : a Renata Lino, se até agora , nos seus 37 anos de vida , não aprendeu ser educada em suas argumentações , ela de fato está se direcionando erroneamente à pedagogia !<br />
Por ser agressiva e ofensiva , nunca irá harmonizar a teoria com a prática !<br />
Pena que ela não tenha consciência da realidade na qual está atolado o sistema de ensino público brasileiro &#8230;<br />
Abraços à todos !<br />
Somel Serip .</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Regina Milone</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/15/resposta-a-comentario/comment-page-1/#comment-1671</link>
		<dc:creator>Regina Milone</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 23:44:01 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Declev,
Não se deixe abater!
E não precisa agradecer!!!
Considero até um sinal de sanidade mental vc escrever esses desabafos e críticas aqui. Conte com minha solidariedade!
Um abraço,
Regina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Declev,<br />
Não se deixe abater!<br />
E não precisa agradecer!!!<br />
Considero até um sinal de sanidade mental vc escrever esses desabafos e críticas aqui. Conte com minha solidariedade!<br />
Um abraço,<br />
Regina.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Declev Dib-Ferreira</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/15/resposta-a-comentario/comment-page-1/#comment-1669</link>
		<dc:creator>Declev Dib-Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 23:08:51 +0000</pubDate>
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		<description>Boas a todas e todos os amigos, 

Obrigado pelas palavras.

E, Regina, você tem toda razão. Obrigado pela lucidez. Não é uma guerra entre &#039;nós&#039;, que lutamos por uma educação melhor.

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boas a todas e todos os amigos, </p>
<p>Obrigado pelas palavras.</p>
<p>E, Regina, você tem toda razão. Obrigado pela lucidez. Não é uma guerra entre &#8216;nós&#8217;, que lutamos por uma educação melhor.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Regina Milone</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/15/resposta-a-comentario/comment-page-1/#comment-1667</link>
		<dc:creator>Regina Milone</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 22:50:39 +0000</pubDate>
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		<description>É verdade, João: curso superior não é prova de sanidade mental!...rsrsrs. Agora entendi melhor o que vc quis dizer e concordo!
Quanto a Katiane, gostaria de dizer que tanto ela não conhece ainda a realidade prática do cotidiano escolar, como a Renata também não. E o que acontece, nesses casos, é que cada uma acaba vendo uma face da moeda apenas, na minha opinião. Mas não é por isso que não podem se manifestar (embora eu ache que a Renata foi injusta com o Declev e não entendeu que ele é justamente um dos professores ainda criativos e idealistas, apesar dos pesares de se trabalhar em escola atualmente...).
A realidade é complexa, cheia de contradições e plural. São mil &quot;Brasis&quot; convivendo, cada qual com sua realidade. E, mesmo dentro da realidade de cada município e estado, existem muitas diferenças de escola pra escola, segmento para segmento...
O que eu diria pra quem ainda não está encarando o sufoco do dia a dia escolar é: mantenha a mente aberta, ouça todos os lados, lembre que o ser humano é sempre muito mais do que parece (e isso vale pra professores, alunos, pedagogos, funcionários, famílias...) e não vá munido de preconceitos ou medo excessivo. A cada um que vc ouvir, algo poderá ser revelado e isso poderá ajudar. 
Declev é realista? Sim! Concordo. Mas é especialmente realista em relação a uma parte da realidade, que ele vive mais diretamente, e acho que ele coloca isso muitíssimo bem. Sou sua fã, Declev!!!
Mas Katiane, não pense que seus professores são meros &quot;teóricos&quot;, já que estão ali, ensinando também! Isto é, estão ali justamente exercendo o magistério!!! Além disso, podem ter aprendido, de &quot;n&quot; formas, inclusive por experiências profissionais anteriores, o que estão tentando passar pra vcs ali. Não fique fechada! 
Enfim...
Trocar é sempre bom!!!
Beijos a todos,
Regina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade, João: curso superior não é prova de sanidade mental!&#8230;rsrsrs. Agora entendi melhor o que vc quis dizer e concordo!<br />
Quanto a Katiane, gostaria de dizer que tanto ela não conhece ainda a realidade prática do cotidiano escolar, como a Renata também não. E o que acontece, nesses casos, é que cada uma acaba vendo uma face da moeda apenas, na minha opinião. Mas não é por isso que não podem se manifestar (embora eu ache que a Renata foi injusta com o Declev e não entendeu que ele é justamente um dos professores ainda criativos e idealistas, apesar dos pesares de se trabalhar em escola atualmente&#8230;).<br />
A realidade é complexa, cheia de contradições e plural. São mil &#8220;Brasis&#8221; convivendo, cada qual com sua realidade. E, mesmo dentro da realidade de cada município e estado, existem muitas diferenças de escola pra escola, segmento para segmento&#8230;<br />
O que eu diria pra quem ainda não está encarando o sufoco do dia a dia escolar é: mantenha a mente aberta, ouça todos os lados, lembre que o ser humano é sempre muito mais do que parece (e isso vale pra professores, alunos, pedagogos, funcionários, famílias&#8230;) e não vá munido de preconceitos ou medo excessivo. A cada um que vc ouvir, algo poderá ser revelado e isso poderá ajudar.<br />
Declev é realista? Sim! Concordo. Mas é especialmente realista em relação a uma parte da realidade, que ele vive mais diretamente, e acho que ele coloca isso muitíssimo bem. Sou sua fã, Declev!!!<br />
Mas Katiane, não pense que seus professores são meros &#8220;teóricos&#8221;, já que estão ali, ensinando também! Isto é, estão ali justamente exercendo o magistério!!! Além disso, podem ter aprendido, de &#8220;n&#8221; formas, inclusive por experiências profissionais anteriores, o que estão tentando passar pra vcs ali. Não fique fechada!<br />
Enfim&#8230;<br />
Trocar é sempre bom!!!<br />
Beijos a todos,<br />
Regina.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joâo Carlos</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/15/resposta-a-comentario/comment-page-1/#comment-1666</link>
		<dc:creator>Joâo Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 20:46:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1038#comment-1666</guid>
		<description>Pois é, Regina (que bom que você apareceu!)

Minha filha estuda exatamente na UERJ. Mas note que eu não estava falando de &lt;b&gt;Pedagogos formados e que exercem a profissão&lt;/b&gt;: eu falei de &lt;b&gt;estudantes de pedagogia&lt;/b&gt; (e sei que a maioria deles sequer completa o curso). Claro que há portadores de diplomas de Engenharia e – horror!... – Medicina que são totalmente incompetentes. Mas, como você mesma observa, a área de Humanas é vista como um caminho mais curto para um diploma de nível superior. Mas deixemos de lado a questão (concordo com você: deveria haver união e não rivalidade) do curso de graduação e observemos o universo maior dos Profissionais da Área de Ensino (que também inclui muita gente sem nível superior).

Eu sempre entendi que as catilinárias do Declev, apesar de narradas em primeira pessoa, são um reflexo dos sentimentos de impotência, frustração e inconformismo com a missão não cumprida de &lt;b&gt;todos os profissionais dessa área&lt;/b&gt;. E, de repente, cai dos céus um recruta – que nunca viu um combate real –  se metendo a criticar as reclamações de um veterano de muitas batalhas. E, a título de endosso a suas opiniões, se apresenta como estudante de um curso de pedagogia (como diria o físico John Baez, &quot;... como se um curso superior fosse prova de sanidade mental&quot;).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Regina (que bom que você apareceu!)</p>
<p>Minha filha estuda exatamente na UERJ. Mas note que eu não estava falando de <b>Pedagogos formados e que exercem a profissão</b>: eu falei de <b>estudantes de pedagogia</b> (e sei que a maioria deles sequer completa o curso). Claro que há portadores de diplomas de Engenharia e – horror!&#8230; – Medicina que são totalmente incompetentes. Mas, como você mesma observa, a área de Humanas é vista como um caminho mais curto para um diploma de nível superior. Mas deixemos de lado a questão (concordo com você: deveria haver união e não rivalidade) do curso de graduação e observemos o universo maior dos Profissionais da Área de Ensino (que também inclui muita gente sem nível superior).</p>
<p>Eu sempre entendi que as catilinárias do Declev, apesar de narradas em primeira pessoa, são um reflexo dos sentimentos de impotência, frustração e inconformismo com a missão não cumprida de <b>todos os profissionais dessa área</b>. E, de repente, cai dos céus um recruta – que nunca viu um combate real –  se metendo a criticar as reclamações de um veterano de muitas batalhas. E, a título de endosso a suas opiniões, se apresenta como estudante de um curso de pedagogia (como diria o físico John Baez, &#8220;&#8230; como se um curso superior fosse prova de sanidade mental&#8221;).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Katiane</title>
		<link>http://diariodoprofessor.com/2009/09/15/resposta-a-comentario/comment-page-1/#comment-1665</link>
		<dc:creator>Katiane</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 16:27:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://diariodoprofessor.com/?p=1038#comment-1665</guid>
		<description>Professor, tenha sua consciência limpa diante dos fatos e das críticas, use-as como degraus para alcançar seus objetivos. A coisa mais fácil e deprimente que existe é a crítica ignorante. EU sou licencianda do fascinante mudo da Bio. E vejo muito essas críticas quando questiono meus professores das matérias pedagógicas como devo aplicar as teorias nas circunstâncias da realidade do lecionar público, ainda não me deram uma resposta plausível e realista, não que os professores nã osejam capacitados, mas o que mais questiono é a dedicaçao muito mais à teorizar a educação e pouco dela viver.  Muitos mestres encontram-se perdidos. A teoria pedagógica é útil, sim, mas não concordo com a forma como é tratada, com verdade única, como bióloga entendo que onde há vida existem exceções.E, muitos dos licenciandos que teem acesso ao seu blog estão se preparando melhor para a realidade fora da universidade e dos estudos teóricos. Até posto alguns artigos seus e indico a visitar aqui. PARABÉNS pela sua dinâmica capacidade de encarar a realidade não como um estorvo mas um fato que teoria alguma prepara, apenas, como a Biologia o EXPERIMENTO e EXPERIÊNCIA. Continue assim, sabemos que somos passíveis de descrenças mas também de nos desânimos acharmos forças. Abraço. Continue assim, REALISTA, não mascarando a realidade!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Professor, tenha sua consciência limpa diante dos fatos e das críticas, use-as como degraus para alcançar seus objetivos. A coisa mais fácil e deprimente que existe é a crítica ignorante. EU sou licencianda do fascinante mudo da Bio. E vejo muito essas críticas quando questiono meus professores das matérias pedagógicas como devo aplicar as teorias nas circunstâncias da realidade do lecionar público, ainda não me deram uma resposta plausível e realista, não que os professores nã osejam capacitados, mas o que mais questiono é a dedicaçao muito mais à teorizar a educação e pouco dela viver.  Muitos mestres encontram-se perdidos. A teoria pedagógica é útil, sim, mas não concordo com a forma como é tratada, com verdade única, como bióloga entendo que onde há vida existem exceções.E, muitos dos licenciandos que teem acesso ao seu blog estão se preparando melhor para a realidade fora da universidade e dos estudos teóricos. Até posto alguns artigos seus e indico a visitar aqui. PARABÉNS pela sua dinâmica capacidade de encarar a realidade não como um estorvo mas um fato que teoria alguma prepara, apenas, como a Biologia o EXPERIMENTO e EXPERIÊNCIA. Continue assim, sabemos que somos passíveis de descrenças mas também de nos desânimos acharmos forças. Abraço. Continue assim, REALISTA, não mascarando a realidade!</p>
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