Sim, alguém defende os professores…
Pois é, parece uma cena rara. E é.
Então aproveitem.
Nem vou comentar aqui o teor do discurso, pois ele já diz tudo.
Absurdo.
O detalhe é que somos – os professores – tantos, que poderíamos ter uma força política enorme.
Poderíamos colocar e retirar um presidente.
E por que não fazemos?
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6 comentários
Emocionante, Declev!!!!
Vou repassar para minhas listas pois acho que todos deveriam ouvir esse belo e verdadeiro discurso!!!
Obrigada por postá-lo aqui!
Beijos,
Regina.
Por que não fazemos? Porque o professor é o lobo do professor.
Parabéns pelo achado! Vou divulgar também, com os créditos.
Abraços
O que sentir após ouvir isso? Alento? O sentimento que surge é de humilhação porque estamos nos permitindo chegar a esse ponto.Não há forças mais para a luta e nem uma postura de resistência. Complicado.
A força política dos professores pode ser enorme… a fonte de boa parte das informações dos alunos vem dos professores. Um único professor é um formador de opinião de várias pessoas.
Caro Declev!
Acompanho há algum tempo seu ótimo “Diário do Professor”, grande iniciativa de alguém que ousa dizer o que é preciso ser dito acerca da profissão docente.No entanto, ao ver o vídeo me senti apavorado pois até que ponto pode chegar a demagogia, a boa retórica utilizada pelo “excelentíssimo” vereador Gabriel Chalita. Explico: Este senhor é de fato um grande talento na velha arte da persuasão, embora adore citar o velho mestre Sócrates está mais para Górgias e seus discípulos, pois na época em que foi secretário da Educação do Estado de São Paulo na gestão Geraldo Alckimin(PSDB) atacou sistematicamente a categoria.Esse ex-quadro do partido tucano – fiquei surpreso em saber qu migrou para o PSB – fez parte do grupo político que desde 1995 governa o Estado de São Paulo e ataca o professorado.Imagino que os ataques ao “monstruoso” governador José Serra se deva à luta travada no interior do partido tucano para saber quem tem mais poder no Estado, ou seja, Alckimin ou Serra.Mas ambos compartilham do mesmo tratamento dado à educação, portanto não se iludam com o discurso, pois como já disse o autor bebe na fonte do que pior surgiu na Grécia clássica e é um grande talento da peitho. Realmente estou indignado, pois sou professor da rede pública de ensino de São Paulo e não posso ouvir tais palavras sem profundo mal-estar. Desculpe-me pelas palavras de insatisfação e continue com o seu belo trabalho neste ano de 2010. Um abraço!
Oi Ricardo,
Eu que agradeço sua retificação. Realmente, não podemos conhecer todos as bestas que circulam pelos bastidores políticos do país.
Se me permitir, eu poderia inclusive fazer um novo artigo anexando o seu comentário, para deixar as coisas bem claras, pois aqui do Rio acompanhamos com pesar os absurdos que vêm sendo feitos na antieducação de São Paulo.
Nós, inclusive, “importamos” bestas de SP, como a nossa (não)querida secretária de educação, cláudia costin, que veio cheio de “inovaçoes”, todas logicamente bem pagas a ONGs paulistas…
Abraços.
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