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Por que vale a pena ser professor?

Dia dos professores.

Os grandiosos gestores da educação, que só vêem números, nunca terão esse prazer.

Aqueles que cismam em achar que a educação pode ser educação sem valorizar os professores, talvez nunca entendam.

Os que sentam em suas cadeiras confortáveis com o ar condicionado frescando a traseira enquanto assinam documentos vis, nunca receberão.

Mas eu, assim como meus amigos, recebemos anualmente – e sempre – mensagens carinhosas de alunos e ex-alunos.

É assim que vemos que SIM, nossos esforços valem a pena e não são em vão.

Tenho a prazerosa certeza de que eu consigo, como professor, tocar positivamente a vida de muita gente, mesmo que, no dia a dia, não perceba isso.

O meu amigo e colunista aqui do blog, professor Luiz Eduardo Farias, já falou um pouco sobre isso também, no post O que faz o professor pensar em desistir e o que o motiva a permanecer?

Bem, chega de falar e vejam as mensagens, para mim e alguns colegas, que chegaram a me emocionar.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Professor

Cris Moura - 2012

Elizabeth Nunes - 2013

Gabriela Vidalete - para vários Giseli de Souxa -Alex Huche

Jéfferson Oliveira - 2013

Kalliny Siilva - 2013

Para Bianca Roriz e outros

Para Bianca Roriz

Para Evelyn Almeida - 2013

Priscila Ramos - 2012

Thalia Motta - 2013

Wayna Marques - 2013

 Luiz Felipe - 2013

 

About Declev Dib-Ferreira

Declev Reynier Dib-Ferreira é professor, biólogo, educador ambiental, especialista em EA pela UERJ, mestre em Ciência Ambiental pela UFF, doutor em Ciências pela UERJ.

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6 comments

  1. Declev, meu amigo, vc merece todos os parabéns que recebeu! Todo o carinho e reconhecimento. Sem dúvida nenhuma!!!
    Porque vc é um Professor com “p” maiúsculo mesmo.
    Sinto orgulho de ser sua amiga, mesmo que virtual. 🙂
    Hoje me dei conta de que já nos conhecemos há alguns… ANOS!
    O tempo realmente voa…
    Mas, quanto à valorização do magistério… Concordo que tem que ser valorizado, claro, mas também tem que ser reformado, a meu ver. Atualizações são necessárias e não vejo problema nenhum em criarem formas de avaliação. O mundo é dinâmico e está em constante transformação! Como querer, então, que justamente os profissionais que, entre outras coisas, tem a responsabilidade de passar os conhecimentos adquiridos pelo homem ao longo do tempo, não se renovem? Não acompanhem as mudanças? Uma das coisas chatas da escola é justamente ficar parada no tempo. E, por isso, quando dizem coisas do tipo “professores são os profissionais mais importantes da sociedade”, “professores só querem o melhor pros alunos”, etc., fico triste e me sinto cansada, pois conheci péssimos professores na vida, como aluna e, depois, como colega de trabalho.
    Cada profissão tem sua importância! O trabalhador rural, por exemplo, que é analfabeto, muitas vezes, mas que planta, cuida e colhe o que virá a ser a refeição de muitos depois, por acaso é menos importante do que o professor? Sua profissão vale menos??? Pra mim não. De jeito nenhum. E esse é apenas um exemplo entre vários.
    Pra mim o que deve ser valorizado é a profissão, é o magistério (e não todos os professores), a pedagogia (e não todos os pedagogos)… E é também por isso que diferencio sim, em todas as profissões, o bom do mal profissional.
    Entendo a luta como luta pela EDUCAÇÃO, e os maus profissionais são uma praga que deve ser combatida sim, especialmente por serem responsáveis, nessa profissão, pela formação de crianças e adolescentes, isto é, indivíduos ainda passando pela formação básica que definirá os adultos que serão depois.
    A luta é pelos bons professores, pelos bons pedagogos, pelos bons diretores escolares… assim como pelos outros profissionais da educação. Afinal, pra uma escola existir, é preciso o trabalho de muita gente, não só do professor. É preciso o trabalho das merendeiras, dos porteiros, das faxineiras, do pessoal do administrativo (secretaria) da escola… É um trabalho conjunto. E, para funcionar, é preciso aprender a trabalhar em grupo, coletivamente, em prol de objetivos comuns. Para isso, é preciso aprender a lidar com as diferenças.
    Fico feliz com todos os cumprimentos que vc recebeu, merecidamente, e que me lembraram dos que já recebi de alunos e de colegas de profissão também. Não tive como não me emocionar…
    Cuide bem de vc, com carinho, e procure curtir (quando for possível…) o melhor da educação que é mesmo esse contato enriquecedor, pra ambos os lados, com o aluno.
    Te admiro muito!!!
    Abração,
    Regina Milone.

    • Oi Regina, obrigado.

      Então, concordamos. Valorizar a profissão é valorizar o bom profissional.

      O que não gosto nas avaliações que fazem na educação, é que condicionam o “bom” profissional a um resultado quantitativo em provas.

      O bom profissional deixa marcas que não aparecem nestes números.

      Mesmo o mau profissional pode fazer uma turma decorar uma matéria para cuspir na hora da prova.

      Educação não se avalia deste jeito.

      Abraços,

  2. Sim, Declev. Concordamos. É preciso valorizar a profissão, mas não todos os profissionais da área, pois muitos são péssimos! Por isso digo “magistério” e “pedagogia” e não “professores” e “pedagogos”.
    Quanto ao que vc escreveu depois – “O que não gosto nas avaliações que fazem na educação, é que condicionam o “bom” profissional a um resultado quantitativo em provas. O bom profissional deixa marcas que não aparecem nestes números.
    Mesmo o mau profissional pode fazer uma turma decorar uma matéria para cuspir na hora da prova. Educação não se avalia deste jeito.” -, isso vale também para o aluno!!!! Num sistema onde o aluno é avaliado de forma quantitativa, por números ou conceitos, também não se pode afirmar se ele é ou não um bom aluno, se está aprendendo ou só decorando, etc. Por isso, se vc repetir o trecho que escreveu substituindo “bom profissional” e “mau profissional” por “bom aluno” e “mau aluno”, a frase se aplica igualmente!!! Estranho seria se, num sistema arcaico como o nosso, onde se “avaliam” alunos dessa forma há décadas, propusessem um tipo de avaliação diferente para os professores ou para os demais profissionais da educação! Os professores não gostam de ser avaliados segundo esses critérios, mas usam esses mesmos critérios para avaliarem seus alunos (pelo menos a grande maioria usa)!!!! É mais uma das incoerências da educação em nosso país…
    Pra mim as avaliações tinham que ser muito diferentes, mais qualitativas do que quantitativas (concordo com vc nisso), tanto para alunos quanto para profissionais da educação (professores, pedagogos, etc.). Não adianta brigar contra uma forma de avaliação usada para o professor se esse mesmo professor faz isso (usa o mesmo tipo de avaliação) com seus alunos!!!!
    Abração.

  3. JOSELITO TELES DA SILVA

    tudo de bom, amigos , da educação ,

  4. Eu como professora tinha o poder de mudar o mundo, mas queria ter o poder de mudar o meu salário. Aí eu teria ficado trabalhando como professora.