Apresentando-me e questionando: o ex-aluno que vira bandido nasceu assim? O que a escola tem a ver com isso?

Pensei muito sobre como começar aqui, pois são muitas histórias, relatos, ideias, informações… Acabei resolvendo começar pelo caso de um aluno que tive e que é bem representativo do tipo de aluno adolescente que temos hoje nas escolas, principalmente nas públicas.

Veja o caso e faça seus comentários…

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A escola que eu sonho é diferente da que tenho

A escola que eu sonho é diferente da que tenho.

Nada de gastar milhões com empresas ou institutos ou ONGs ou organizações sociais ou com ninguém mais do que aqueles que foram contratados – por concurso – para fazer a educação acontecer.

Para que a educação aconteça, é necessário dar aos profissionais de educação a estrutura necessária para tal.

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Que as avaliações da educação são importantes, concordamos… mas como fazê-las?

Ora, em todos os compêndios modernos de educação, diz-se que devemos conhecer a realidade dos alunos, trabalhar com esta realidade, desenvolver trabalhos que façam sentido…

Como pensar que todos podem fazer a mesma coisa, pensar a mesma coisa, aprender a mesma coisa?

Então, como podemos avaliar as escolas?

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Os índices governamentais – IDE-Rio, IDEB etc. – e a verdadeira qualidade da educação

A focalização da “qualidade” da educação ou do ensino unicamente em metas pré-estabelecidas ou em produtos quantificáveis numericamente esconde trágica e perniciosamente a verdadeira realidade da educação.

A educação – afinal, não se faz só ‘ensino’ numa escola – não se dá somente com os alunos acertando “uma das questões abaixo” numa prova.

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Ex-aluno entra em escola, atira e mata mais de dez pessoas: simples tragédia ou consequência de algo já anunciado?

Assistimos pela televisão o ocorrido na escola de Realengo: ex-aluno entra na escola e atira à esmo, matando mais de uma dezena de alunos.

São tantas coisas que passam pela cabeça dos professores nesta hora… a minha fervilha.

Buscamos, inevitamvelmente, nós e todos, uma explicação. Mas não sei se há uma explicação racional e definitiva.

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