Sentimentos de um professor. Ou pode me chamar de porteiro de salas.
Desabafo escrito em sala de aula, quer dizer, em sala.
Sem comentários.
Desabafo escrito em sala de aula, quer dizer, em sala.
Sem comentários.
Apresento aqui dois textos bem interessantes que demonstram como o cérebro pode fazer coisas incríveis.
Em um deles embaralha-se todas as letras. E nós lemos.
No outro troca-se letras por números. E nós lemos.
Artigo que apresenta o Portal do Observatório Ambiental Humano-Mar e o curta “Além do que se vê”, do qual participei como câmera e como entrevistador.
O projeto teve como resultado vários filmes produzidos sobre meio ambiente, que estão disponíveis na internet para ver, baixar e para utilização gratuita.
Mais uma vez abro espaço para um colega.
Recebi este texto de Geraldo Ramos, professor.
Texto de um educador que tenta desmascarar um dos discursos dominantes da educação brasileira: a culpa é do professor.
Aqui, não preciso dizer mais nada, mas desdobraremos opiniões em outras ocasiões.
É com extremo pesar que faço este post, motivado pela desencarnação de Augusto Boal.
Trabalhei alguns anos com o Teatro do Oprimido, tendo feito duas oficinas com eles, além de ter montado um cenário para um dos grupos e de ter montado um grupo chamado Ambiente em Movimento.
Sim, eu já tive um grupo de teatro!
O Brasil tem uma lei que visa estimular e regulamentar a Educação Ambiental (EA).
Talvez seja o único ou um dos poucos países que a tenha.
É a Lei 9.795/99, regulamentada pelo Decreto 4.281/02.
Este artigo fala do Seminário que marcou os 10 anos desta Lei, entre outras informações.
Artigo sobre a generalização e banalização da frase “o homem está acabando com a natureza”.
Quem está acabando com a natureza?
De quem é a responsabilidade?
Tenho responsabilidade pela crise ambiental eu? Você? Nosso vizinho?
E nosso governo, as empresas?
Como cobramos de quem faz o que faz?
“Fazer a nossa parte” é suficiente?
Transcrevo uma mensagem que recebi por email de um colga de profissão, o Luiz, professor de história.
A história se repete.
A escola se repete.
Sobre o ABSURDO caso da supervia, “Fábrica de Dinheiro Disfarçada de Empresa com o Aval do Governo” que administra os Trens de Concentração do Rio de Janeiro.
Inacreditável.
O que se aprende realmente em um evento deste tipo?
Na verdade, na verdade… é o processo que importa.
É o como se faz, o que se faz, as relações que se faz.
O aprendizado vem incluído no pacote.
E o que se aprende, não se esquece jamais…