Próxima rede a parar: todas, em protesto contra governadores

Próxima rede a parar: todas, em protesto contra governadores

A próxima rede a parar é no Brasil inteiro.

Eu já havia dito aqui que alguns fidapu estão fazendo um complô para barrar o aumento de 22%.

Querem um aumento de só 6%.

O piso salarial do professor que trabalha 40 horas hoje, é de R$ 1.187,00. Com o aumento de 22% vai para R$ 1.448,00.

Como já disse também, este piso é tão grande que um professor ganha menos que um operador de máquinas, com todo o respeito aos operadores de máquina, trabalho que também deve ser exaustivo e cheio de responsabilidades.

Os [gloriosos] chefes de governo alegam que as condições financeiras atuais não permitem um aumento maior.

Engraçado que, como temos visto, nunca têm dinheiro para pagar decentemente os trabalhadores, sejam policiais (apesar de alguns nos mostrarem o contrário, acho que podemos chamá-los de trabalhadores), bombeiros ou professores.

Em compensação, têm dinheiro para todo o resto, especialmente se diz respeito aos “parceiros” empresários.

Obras, concessões, financiamentos, empréstimos a perder de vista, repasses…

Então…

Nos dias 14, 15 e 16 do mês que vem, servidores da educação em todo o país vão cruzar os braços contra a redução do índice de reajuste do piso salarial nacional dos professores. O protesto é um recado direto ao grupo de governadores […]

Vamos ver.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Em busca

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