Informações Docentes, Discentes e Decentes
por Declev Reynier Dib-Ferreira
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Escritores da Liberdade: como mudar a escola, os alunos e os professores

Assisti a um filme fantástico esta semana.

Confesso que gosto, de vez em quando, de assistir a filmes sobre profesores, dia-a-dia da escola, alunos difíceis, coisas e tal para poder me inspirar, respirar e pegar fôlego.

De um filme destes sempre saio mais esperançoso e cheio de idéias.

Fico até mais calmo em sala!!!

Afinal, se a arte imita a vida, o contrário há de ser verdade! - ao menos em alguns casos…

Obviamente não naqueles que têm dragões voadores, políticos honestos, bruxas voando em vassouras, polícia que não é assassina ou coisas do gênero…

Este filme “Freedom Writers” tem a vantagem de ser baseado em uma história real, o que faz com que seja ainda mais emocionante e estupefator.

Começa com uma pobre coitada moça  que vai começar sua carreira de professora numa escola com umas turmas bem barra pesada.

Obviamente - como de praxe no nosso meio de “colegas” corporativistas que pensam muito um nos outros - dão a ela a “pior” turma, a dos que entraram na Escola Modelo pelo programa de integração.

E nós sabemos como são feitas essas integrações… jogam todo mundo no mesmo lugar e dizem: “integrem-se!”.

Tentando fazer algo - e sendo rechaçada todas as vezes - ela acaba vendo que a vida dos alunos (daqueles alunos) não vale nada; muitos morrem, muitos têm muitos amigos que morreram, muitos não têm perspectiva nenhuma de vida, muitos vivem numa verdadeira guerra - de gangs.

Essas guerras matam mais que as guerras.

Qualquer semelhança é mera coincidência, ok? Mas deve ser duro viver num país assim né? Quanto mais dar aulas num lugar desses…

Mas então ela tem a grande sacada! Compra um caderno para cada um e os faz escrever um diário.

Isso muda tudo.

Ela os faz ler.

Não vou contar o filme todo, lógico, mas chega-se ao ponto de os diários deles se tornarem um livro, publicado e sucesso de vendas.

Eles têm hoje uma fundação com este nome - Freedom Writers Foundation.

Veja um artigo, uma outra opinião e mais uma.

Vá até a locadora, pegue uma cópia e divirta-se.

Se for passar para os alunos - o que recomendo e farei em breve, não esquça de pegar dublado.

28/10/2008   6 Comentários

Escola, professores, alunos, educação… era um projeto de resposta, virou um artigo…

Bom, cares amigues… 

Após o comentário do Poeta Luiz, que generosamente recebi no artigo Mais um dia na vida de um professor (comentário n. 6), fui respondê-lo.

Como é de costume… me empolguei.

Aí achei que poderia virar um outro artigo e, tcham tcham tcham tcham… aqui está.

Divirtam-se…

 

Prezado Luiz,

Bonitas palavras.

Mas vá ser professor.

É muito fácil falar. Escrever mais ainda.

Mas trabalhar “fomento a leitura, incentivo a poesia, cultura local, cordel, manifestações artísticas e culturais” em uma escola, por exemplo, como a que trabalho, é extremamente difícil.

Altamente barulhenta; intenso tráfego de caminhões em frente; corredores sempre lotados e barulhentos; poucas pessoas para ajudar aos professores, que se vêem sozinhos em sala; falta de tempo suficiente para fazer estes trabalhos; calor infernal quando tempo quente…

E também é muito fácil, para nós, classe média, focar a “cooresponsabilidade entre o aprimoramento intectual e o acesso ao mercado de trabalho futuro”, mundinho no qual isso funciona.

Mas muito difícil desenvolver este pensamento em alunos os quais vivem em locais dominados pelo tráfico, em que sua opção de mercado de trabalho é a violência, que não têm direito de ir e vir e que suas manifestações culturais quase unicamente se dão através de baile funk.

Muito difícil fazer, por exemplo, minha aluna que é proibida de ir à Praia de Ramos porque lá é outra facção criminosa que domina, entender que existe uma “linha pensamental na busca de conhecimentos técnicos didáticos, ou não, somados a uma socialização para o convivio na interação social”.

“Convívio na interação social”? Ãhn??

Muito difícil fazer com que meus alunos - que vivem em um local afastado de todas as “manifestações artísticas e culturais” tais como museus, cinemas, entre outros - e onde tudo o que têm acesso como manifestação cultural é, repito, o baile funk, vejam outra coisa além disso.

Ou você acha que eles, pobres, pardos, negros, favelados - ou seja lá qual adjetivo que nossa classe média sem noção queira dá-los -, têm acesso a toda a “cultura” da cidade?

Mesmo de graça, Luiz, há uma barreira invisível que os repele.

E, assim mesmo, há barreiras físicas e espaciais.

Verba para ônibus? Não temos.

Pegar ônibus de carreira? Proibido pela Secretaria de Educação e, mesmo assim, impossível fazê-lo com uma turma inteira e os microônibus com uma entrada e roleta colada na porta que os servem. E igualmente impossível fazer isso pegando dois ou três ônibus, o que muitos dos lugares requerem.

Já quase saí na porrada com motorista e fiscal por causa disso, se você quer saber.

Mesmo assim, apesar de tudo, realizo muitas atividades diferenciadas com a intenção de ajudá-los a ver a vida de modo diferente. Coloco música em sala (não funk, apesar das reclamações), trabalho com arte, já produzi peças teatrais, desenvolvi projetos, saídas em campo, poesias, redações etc.

Procure em meus outros artigos e veja as produções. 

Portanto, Luiz, eu tenho todo o direito de reprovar “a atitude generalizada dos alunos”. 

Mas você nem ninguém têm o direito de dizer que ao fazê-lo “é porque não estamos mais aptos a exercer a função de educador ou professor”. 

Tenho todo o direito porque quem está para fazer algo por eles sou eu. 

Se você quer saber nem mesmo muitos pais e mães estão. 

Mas com certeza não está quem critica minha crítica. 

Não está a secretária de educação. 

Não está o governador. 

Não está o presidente da república.

Mas todos querem uma educação de qualidade e ela recai somente sobre os professores.

Sabe por quê? Porque sabe quem está lá?

Estou “nós”, professor.

“Nós” que preparamos nossa aula e levamos chiclete no cabelo (fatos já ocorridos comigo…). 

“Nós” que pensamos em algo diferente para eles e não conseguimos fazer que façam. 

“Nós” que oferecemos a eles uma aula com arte e os vemos fazendo guerra de tintas ou de argila, rabiscando paredes e carteiras. 

“Nós” que chegamos para dar aulas e somos recebidos com um “ah, professor, por que que você veio?”. 

“Nós” que chamamos a atenção de quem está fazendo bagunça atrapalhando os colegas e somos ignorados ou agredidos verbalmente. 

“Nós” que enfeitamos a sala e os corredores em um dia e os vemos todos sujos, rasgados, mulambentos no outro. 

“Nós” que levamos filmes para passar e sofremos para conseguir uma Tv com DVD que funcione e, quando conseguimos, temos que parar inúmeras vezes para solicitar silêncio e atenção. 

“Nós” que estamos lá. 

“Lá” não estão os que criticam, a secretária de educação, o governador, o presidente da república, os responsáveis… 

“Lá” estamos nós, o professor. 

E, lembre-se, que ao apontar àqueles que “quando reprovam a atitude generalizada dos alunos é porque não estão mais aptos a exercer a função de educador ou professor”, você está com “um dedo apontado para eles e cinco para você”. 

Não tenho mais, como achava, o dom da certeza absoluta; então, talvez você tenha razão: não estamos aptos a exercer a função de educador ou professor, pois as condições que nos dão não nos deixam sê-lo…

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Na mesma linha:

Despreparo do jovem brasileiro

20/10/2008   9 Comentários

Vídeos de meio ambiente para trabalhos em educação ambiental

01/09/2008   Nenhum Comentário

III Conferência Infanto-Juvenil sobre Meio Ambiente

A Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA), uma parceria entre os Ministérios da Educação e do Meio Ambiente, realizará sua terceira edição este ano.

É um momento em que todas as escolas de Ensino Fundamental do Brasil podem participar do processo de construção coletiva de responsabilidades e ações que contribuam para transformações da qualidade de vida local e planetária.

A CNJIMA é uma campanha pedagógica de mobilização e engajamento dos adolescentes e da comunidade escolar, trazendo a dimensão política do meio ambiente para os debates dentro das escolas.

O tema Mudanças Ambientais Globais será trabalhado em três momentos de encontros e debates : Conferência na Escola, Conferência Estadual (opcional) e Conferência Nacional. Os resultados das conferências nas escolas e nos estados serão debatidos por delegados e delegadas, estudantes entre 11 e 14 anos, que foram eleitos por seus pares para representá-los em Brasília, em abril de 2009.

Além dos espaços presenciais, a CNIJMA conta com dois endereços na Internet:

- o site oficial, com o material didático produzido para o estudo dos temas, informações sobre o processo da Conferência e notícias – que pode ser acessado no endereço www.mec.gov.br/conferenciainfanto2008. O material didático foi também encaminhado em versão impressa para todas as escolas do segundo ciclo do Ensino Fundamental do país.

- a Comunidade Vamos Cuidar do Brasil!, espaço de interação, de reflexão e de registro de todo o processo, desde a escola até Brasília. Hospedada no EducaRede – portal de educação mantido pela Fundação Telefonica e coordenado pelo Cenpec – pode ser acessada pelo endereço www.educarede.org.br.

Se tiver dúvidas para inscrever-se na Comunidade, assista o vídeo elaborado pelos NTEs do Rio Grande do Sul:

http://www.youtube.com/watch?v=ep-CLKBL3rI

Desta maneira, duas importantes questões presentes atualmente na Educação estão juntas: o Meio Ambiente e o Letramento Digital. É mais uma oportunidade de utilização das tecnologias digitais de maneira significativa.

Atenciosamente,

Equipe da III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente
http://www.mec.gov.br/conferenciainfanto2008
conferenciainfanto@mec.gov.br
(61) 2104-6142/ 6166

21/08/2008   25 Comentários

Por dentro do corpo humano

Apresento mais uma dessas apresentações que nos apresentam toda hora na internet. É sobre visões microscópicas de partes do corpo humano.

Não sei a veracidade científica, mas é bonito. Quem sabe alguém consegue aproveitar em sala - ou na sala de informática.

Divirtam-se.

Por dentro do corpo humano.ppt

17/11/2007   1 Comentário

Ser professor é correr riscos?

Quais os perigos que há em ser professor? É realmente perigoso?

Muito já me perguntei a respeito e, mesmo tentando afastar quaisquer pensamentos retrógrados reacionários preconceituosos que possa vir a ter - sim, todos nós os temos, o que diferencia é o que nós fazemos com eles! -,  não consigo afastar a idéia de que aqueles mesmos que a “sociedade” chama de “pivetes”, “ladrões”, “traficantes”, etc., nós somos obrigados a tê-los e chamá-los de “alunos”.

Pois é, gentes, pois é… são os mesmos. Os que tão lá dentro da escola são os mesmos que estão fora dela! Só que na escola colocam um professer com mais de um deles dentro de uma sala de aula e dizem: “se vira!”. Mesmo com 40 alunos(as).

Aí, quando o professor Josafá Santos diz que é perigoso ser professor em artigo amplamente divulgado (o mesmo artigo: veja, veja e veja), ou a Maria de Fátima diz a mesma coisa com outras palavras, dá a impressão de que só fica como professer aquele que não consegue outra coisa, né Semíramis?

Mas não é isso. É porque acreditamos que pode-se mudar as pessoas pela educação. Só acho que não estamos tendo condições, nestas condições, de fazê-lo.

Sabe “Daniel na cova dos leões”? Acho que é assim que nos sentimos quando somos jogados sem nenhum apoio dentro de uma sala de aula. Carniça aos abutres!

Pedir silêncio ou respeito não adianta. Gritar não pode, porque os aluninhos poderiam se ofender e levar pro “conselho tutelar” - sim, isto eles sabem fazer muito bem, aprenderam a lição. Chamar o responsável não pode ou não adianta. Chamar a atenção em sala também não, pois poderia “humilhar” a criança e eles iriam chamar o conselho tutelar.  Mandar advertência pra casa não pode. Cobrar a matéria pode, mas não adianta, pois eles não fazem e você não pode obrigar. Dar prova não adianta, pois se eles se recusarem a fazer, você não pode fazer nada. Aliás, não adianta de nada mesmo se fizerem, porque a prova só serve pra provar que algo está errado na educação - pois ele não acerta nada e não adianta nada. Mandar pra direção não adianta, pois ele volta 5 minutos depois, rindo. Tirar de sala não pode, porque não podemos “tirar o direito da criança de ‘estudar’”. Deixar de castigo não pode, porque humilha o coitadinho. Tentar conversar não dá, porque é careta, ele não te ouve, e você não tem tempo pra conversar com alguns alunos em separado, considerando que você tem uma turma que vai das 8h às 8:50 e outra das 8:50 às 9:40!

Pois é… às vezes a gente fica com as mãos e os pés atados, amarrados em uma cadeira, equilibrada na beira de uma escadaria. Não dá nem pra se mexer.

Sem dúvida que há turmas em que podemos trabalhar - como já mostrei aqui mesmo (veja e veja). Mas o que eu quero dizer é que a educação não pode viver de exceções.

Vejam isto:

bolsa-da-profesora-26-10-07.jpg

É a bolsa de uma professora. Foi customizada em sala de aula!

Vejam estas:

 porta-chutada.jpg   porta-chutada-2.jpg

porta-chutada-4.jpg

É a porta chutada e arrebentada por dóceis aluninhos… os mesmos que, fora da escola, a “sociedade” chamaria de “vândalos”. Dentro da escola, mes amigues, chamam-se “alunos”. E estão dentro das salas de aula, diante de um professer que tem como únicas armas um quadro chechelento e um punhado de giz - quando tanto.

Vai mudar a cabeça deles (se houver) com isso, vai!

Tem mais, hein! Veja:

Pedrada 01

 

 

  Pedrada 02 

Pedrada 03 

Pedrada 04 

pedrada 05 

Pedrada 06

As fotos acima são de uma pedrada que a janela ao lado da qual eu estava dando aula recebeu. Passou entre mim e uma aluna, que estava sentada duas carteiras atrás. Passou pelo meio, por cima da carteira vazia.

É… de vez em quando temos alguém nos dando uma ajudinha…

Mas o pior de tudo isso, sabe o que é? É que se acontece algo a um aluno na escola, ou, pior, dentro de sala de aula, sabe de quem é a culpa? Sabe quem é o responsável? Sabe quem responde perante a inquisição? É a secretaria de educação que não envia às escolas profissionais em quantidade suficiente? Que deixa a escola sem inspetor de turno, sem coordenador pedagógico? É a prefeitura ou o estado que não oferece segurança no entorno e constrói as escolas com prédios, janelas, quadras mal planejadas?

Não, meus amigues… é nóis!

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Na mesma linha:

a) Salvemos a escola pública

b) O que fazer pela escola pública

c) Ensino Público

d) Paranóia dos limites

e) Orientadora vai à Polícia contra aluna de 9 anos

16/11/2007   29 Comentários

Corpo humano - trabalho prático na sala de ciências

Então, vamos ao que deu certo - ao menos mais ou menos…

Fiz certa vez uma proposta de construirmos um corpo humano como um “quebra-cabeças”, talvez inspirado em mim mesmo

Os alunos, em grupo, desenharam e recortaram, em papelão, um formato de corpo humano. Depois, desenharam e pintaram em papel os órgãos do corpo humano, que também foram colados em papelão e recortados.

Assim, eles puderam, ao apresentar o trabalho para os outros grupos, “reconstruir” o corpo e seus sistemas, explicando, claro, as funções de cada órgão, cada sistema, as questões de saúde envolvidas, etc.

Vamos às fotos:

 Fazendo o molde das peças

Fazendo o acabamento

Fazendo o acabamento

Fazendo o acabamento no molde do corpo humano

Fazendo pesquisa para os órgãos

Pesquisa para fazer os órgãos

O “quebra-cabeças” quase pronto

Aprodução dos órgãos

Um dos sistemas prontos

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Na mesma linha:

a) http://www.ocorpohumano.com.br/

b) http://colorirasaladeaula.blog.pt/Metodologia/

c) http://www.webciencia.com/11_00menu.htm

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Dindin:

 

 Veja os preços, pelo BuscaPé, de diversos livros sobre o Corpo Humano, para subsidiar as suas práticas…

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Veja também um livro sobre prática em Ciências!!

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10/11/2007   13 Comentários

Professor tem que ter paciência!

Ainda não ascendi o suficiente na escala evolutiva no quesito Paciência - apesar de achar que a tenho. Só que vejo a paciência como um copo vazio, em que as pessoas vão enchendo-o, enchendo-o, enchendo-o… até derramar. Quando derrama, é porque acabou o estoque.

Paciência é algo que certas vezes me falta. Mas falta justamente com aqueles com quem deveria ter mais. “Não tenho mais paciência com Fulano” quer dizer o quê? Que simplesmente que não tenho paciência, ou que o meu copo é pequeno pra ele? Ou que foi cheio e não foi esvaziado?

Aos outros, aos quais a tenho, a tenho porque é fácil, certo?, porque esses não precisam. Não usam o meu parco estoque. Aqueles que, por serem como são, necessitam mais, fico sem. Então, tenho pouca.

É claro que o tamanho do copo varia muito, indo do dedal ao canecão de chopp irlandês de acordo com o dia, a hora do dia, da fome, da quantidade de horas dormidas, do estresse, da quantidade e qualidade do sexo, etc.

Mas, pensando relacionalmente à proporção existente no mesmo momento distribuída a pessoas distintas, continuo tendo com quem não necessita - por não abusar - e não tendo com quem necessita - por muitos motivos.

Sempre penso nisso e fico atento quando estou em sala. Senão acaba fazendo com que trate uns e outros de forma umas e outras.

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Na mesma linha:

a) http://blog.controversia.com.br/2007/10/28/professor-profissao-perigo/

b) http://pf.filho.zip.net/arch2007-06-03_2007-06-09.html#2007_06-06_15_17_58-120461234-0

c) http://josedacosta2005.zip.net/arch2006-01-01_2006-01-31.html#2006_01-23_12_30_10-100403366-0

d) http://josedacosta2005.zip.net/arch2005-12-01_2005-12-31.html#2005_12-13_20_16_13-100403366-0

10/11/2007   Nenhum Comentário