Author name: Declev Dib-Ferreira

Declev Reynier Dib-Ferreira sou eu, professor, biólogo, educador ambiental, especialista em EA pela UERJ, mestre em Ciência Ambiental pela UFF, doutorando em Meio Ambiente pela UERJ. Atuo como professor na rede municipal de educação do Rio de Janeiro e também na Fundação Municipal de Educação de Niterói (FME), no Núcleo de Educação Ambiental (NEA). Sou coordenador de educação da OSCIP Instituto Baía de Guanabara (IBG) e membro/facilitador da Rede de Educação Ambiental do Rio de Janeiro (REARJ)... ufa! Fiz este blog para divulgar minhas idéias, e achei que seria um bom espaço para aqueles que quisessem fazer o mesmo, dentro das temáticas educação, educação ambiental e meio ambiente. Fiz outro blog, com textos literários (http://hebdomadario.com), no qual abro o mesmo espaço. Divirtam-se.

Diário

A melhora da educação é mais do mesmo, engana trouxa, me engana que eu gosto, finja que me paga que finjo que trabalho…

Se formos olhar com atenção o que nos oferecem como uma “melhora” na condições de trabalho dos profissionais de educação e na própria educação, perceberemos que, ou se trata de piada de mau gosto, ou de uma ação muito bem engendrada para fingir melhorias enquanto se deixa tudo na mesma.

Vamos analisar o caso dos salários dos professores e do “piso mínimo”.

Diário

A quem cabe fazer a educação formal?

Mais uma vez, os professores são jogados à escanteio.

Niterói tira dos profissionais da educação para fazer parceria com ONG.

Diga-se de passagem, não é somente em Niterói que isso acontece, mas virou moda dar/pagar a educação a institutos, ONGs, Fundações… ao professor, exploração e esmola.

Diário

A educação não aceita mais remendos! Necessitamos de um projeto de roupa nova, com mudanças estruturais e não pontuais à mercê dos (des)governos!

Mas não fico feliz com esmola, não aceito esmola nem remendos na educação. Sim, remendos. Tudo o que vimos fazendo até hoje na educação são remendos.

Está na hora de renovar o guarda-roupa da educação, numa faxina geral. Sim, chega a hora em que as roupas não cabem mais. Os remendos não são suficientes. Já rasgou em partes demais.

Diário

Como comparar com as mesmas regras e provas escolas com comportamentos tão díspares e alunos com histórias tão diferentes?

As manchetes covardes não param de comparar as “performances” das escolas públicas com as particulares ou com as públicas que não são tão “públicas” [quando me refiro às públicas, excluo as universitárias e demais que fazem seleção e têm padrão diferenciado].

Mas tem-se que ler com atenção as entrelinhas…

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