Bullying não é ritual de passagem. E eu completo: nem normal.
Muito boa, esclarecedora e assustadora a entrevista, de página inteira, com a secretária adjunta do Departamento de Educação dos EUA, Russlynn Ali, n’O Globo (O Globo, 05/09/11, p.4) .
Muito boa, esclarecedora e assustadora a entrevista, de página inteira, com a secretária adjunta do Departamento de Educação dos EUA, Russlynn Ali, n’O Globo (O Globo, 05/09/11, p.4) .
Esta semana a escola do Rio estava “meio” agitada.
Tiroteio na comunidade, morte de pai, morte de filha…
E, na escola, o que fazemos?
Violência só gera mais violência. Um ato violento, mesmo que seja contra um primeiro, mesmo que seja como vingança, como uma resposta, alimenta uma roda violenta que só faz aumentar, como aquela bola de neve dos desenhos animados, catando tudo pelo caminho, até parar não se sabe onde.
Assisti há uns dias um dos programas da série sobre educação da GloboNews (Educação Sob Medida).
Fico sempre preocupado com estas reportagens, porque invariavelmente dão informações incompletas e chegam a conclusões certeiras com elas.
Posso confirmar: minha escola do Rio é um INFERNO!!!
Estou dentro de sala e ouço barulhos não condizentes com a atividade educacional vindos do lado de fora: coisas quebrando, pancadas, batidas, gritos, coisas caindo…
Assistimos pela televisão o ocorrido na escola de Realengo: ex-aluno entra na escola e atira à esmo, matando mais de uma dezena de alunos.
São tantas coisas que passam pela cabeça dos professores nesta hora… a minha fervilha.
Buscamos, inevitamvelmente, nós e todos, uma explicação. Mas não sei se há uma explicação racional e definitiva.
Recebi dois textos por email que acho importante divulgar.
Longe de atingir apenas os professores e de nos atrapalhar o trabalho, a situação encontrada em muitas escolas atrapalham aqueles que mais precisam dela, os alunos.