O projeto “Iteenerário – Ciências Investigativa” visa promover a investigação científica ainda no ensino fundamental, incentivar o protagonismo juvenil e a aprendizagem, a ação também desenvolve competências cognitivas, socioemocionais e comunicativas, por meio da pesquisa e da resolução de problemas reais.
Em sintonia com as diretrizes da BNCC, que estabelece a formação de cidadãos críticos, criativos e comprometidos com a transformação do mundo, o Colégio Santa Marcelina São Paulo criou o projeto “Iteenerário – Ciências Investigativa”.
Projeto Ciências Investigativa
Cientistas do futuro: Colégio Santa Marcelina São Paulo cria projeto de investigação científica para o Ensino Fundamental.
– Denominada “Iteenerário – Ciências Investigativa”, iniciativa inovadora tem por objetivo permitir a vivência de todas as etapas do método científico já nos anos iniciais
– Ao menos 40 estudantes do 6º ao 9º ano participam diretamente da ação, que está em sintonia com as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular
– Entre os resultados já constatados observa-se maior autonomia, espírito crítico, colaboração e entusiasmo dos estudantes em relação à aprendizagem
Com o objetivo de promover a investigação científica ainda no ensino fundamental, incentivar o protagonismo juvenil e a aprendizagem, o Colégio Santa Marcelina São Paulo criou o projeto “Iteenerário – Ciências Investigativa”.
Além de despertar o interesse dos estudantes pela ciência, ação visa desenvolver competências cognitivas, socioemocionais e comunicativas, por meio da pesquisa e da resolução de problemas reais.
O Professor de Educação Básica do Colégio Santa Marcelina São Paulo, Caio Chaves Barbosa, afirma que o projeto está em sintonia com as diretrizes da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que estabelece a formação de cidadãos críticos, criativos e comprometidos com a transformação do mundo.
“Por meio de metodologias ativas, como a Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL) e investigação orientada, os estudantes são levados a questionar, investigar e produzir conhecimento de forma colaborativa, reflexiva e significativa. Eles ainda participam de oficinas práticas, saídas de campo, entrevistas com especialistas, construção de protótipos, análise de dados, produção de relatórios científicos e apresentações em feiras de ciências e eventos externos, como a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), por exemplo”, explica.
Barbosa conta que aproximadamente 40 estudantes do 6º ao 9º ano participam diretamente do Iteenerário.
“Eles realizam encontros semanais e escolhem temas de interesse, constroem hipóteses, elaboram experimentos, analisam dados e comunicam os resultados, vivenciando todas as etapas do método científico”, conta.
De sustentabilidade à saúde mental
Os temas variam de acordo com o interesse dos estudantes e vão desde assuntos como sustentabilidade e biotecnologia, passando por acessibilidade, inteligência artificial, energia renovável, materiais alternativos, soluções para a comunidade escolar e até mesmo saúde mental.
“Nesse contexto, os estudantes utilizam ferramentas tecnológicas para pesquisa e prototipagem e realizam visitas técnicas a universidades e instituições de pesquisa, dependendo do projeto”, explica Barbosa.
O Professor de Educação Básica do Colégio Santa Marcelina São Paulo destaca ainda que estimular o pensamento investigativo desde a infância promove uma atitude ativa diante do conhecimento e prepara os estudantes para os desafios do século XXI.
“Assim, garantimos o desenvolvimento de cidadãos mais conscientes, éticos e transformadores”, diz.
Benefícios variados
A partir da iniciativa, Barbosa explica que os estudantes têm demonstrado maior autonomia, espírito crítico, colaboração e entusiasmo em relação à aprendizagem.
“Eles também apresentam avanços significativos em habilidades de comunicação oral e escrita, além de maior capacidade de argumentação e resolução de problemas. Curiosidade, análise de dados, criatividade, colaboração, resiliência, argumentação, empatia, escuta ativa, comunicação científica e organização são outros aspectos importantes observados”, reforça.
O Professor finaliza endossando que o projeto busca mais que impactar a formação integral dos estudantes, aliando tradição pedagógica à inovação.
“Queremos formar jovens cientistas que compreendam seu papel social e atuem com responsabilidade, criatividade e paixão pelo conhecimento”, finaliza.
Sobre o Santa Marcelina
O Instituto Internacional das Irmãs de Santa Marcelina foi fundado em 1838 por Monsenhor Luigi Biraghi, com o auxílio de Marina Videmari, em Milão, na Itália. Dedicada à educação, à saúde e à assistência social, a Congregação difundiu-se globalmente a partir da instituição de colégios, hospitais e obras sociais.
Atualmente, presente em 8 países, espalhados por 3 continentes, e em 17 municípios e 9 estados brasileiros, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Tocantins, o Instituto segue com a missão de levar adiante, com empenho e entusiasmo, a educação, a formação, a cura e a construção do ser humano íntegro e da sociedade.
Tudo isso alinhado a uma metodologia inovadora de aprendizagem, que, por sua vez, está alinhada às principais tendências do mercado educacional.