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por Declev Reynier Dib-Ferreira
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A importância da educação familiar: como atuar na raiz do problema escolar



Acho que estão confundindo as coisas.

Pensam hoje que a escola e os professores são os salvadores desta sociedade decadente. Que irão educar as crianças para serem os cidadãos do futuro.

Será que não estão colocando muitas obrigações na escola? E será que a forma de enfrentarmos a situação não está errada? (pergunta sem sentido, visto saber-se a resposta).

Sim, está errada. (viu?)

Mesmo que a escola tenha este ‘poder’ e obrigação, a forma de atingir os objetivos está errada.

Quem já leu meu post sobre a metodologia de construção de projetos denominada “árvore de problemas x árvore de objetivos“, percebeu por onde devemos começar a atuar para a solução de um problema: pela raiz.

“O Mal se corta pela raiz”, diz o esquecido e desprestigiado ditado popular.

E quem tem experiência em escola sabe que, em geral (pois sempre há exceções), aqueles alunos-problema são justamente aqueles que tem uma “família-problema”.

São aqueles que os responsáveis são irresponsáveis; que os responsáveis são ausentes; que não têm em casa nada mais do que trabalho forçado, surras, molestações, brigas; aqueles que você sabe que se chamar a mãe virá uma pessoa 10 vezes pior do que o próprio filho…

Então, o que tenta fazer a escola? Dar jeito no filho (na árvore), quando se sabe que o problema está na família (na raiz).

E o que se faz com os responsáveis? São chamados para ouvirem diversas pessoas falarem como seu filho é mal-educado, como é brigão, como é desrespeitoso, como não faz nada em sala, como vai mal na escola… Então, adivinhem… os pais dos piores não vão! – ou ao menos não voltam.

Tenho a idéia de uma escola diferente (novidade, né?).

Pra mim, a escola deveria ser permanentemente aberta para os responsáveis. Deveria ser uma “escola de pais”. Mais do que tentar ensinar os filhos, sem sucesso, deveríamos ensinar os responsáveis a sê-los.

Quantas vezes os ouvimos dizer “eu não sei mais o que fazer!”; “eu já tentei de tudo!”, “esse menino não tem mais jeito!”; “só se eu der uma surra!”, entre outras frases mais desesperadas do que as nossas?

Sabemos que o ciclo está cada vez mais curto: a criança que passa por nós com resultado pífio terá uma criança antes mesmo de deixar de ser criança. E que condições terá (com a família que tem) de ser uma boa mãe, de ser um bom pai?

Como saberá ajudar seu filho a ser um bom aluno se ele mesmo não o foi?

O que pode fazer a escola?

Para mim, a escola deve ter um processo paralelo permanente de “formação continuada” para responsáveis.

Cursos e palestras ininterruptos, em todos os dias e horários possíveis, sobre

“como ser uma boa mãe e um bom pai”,

“como ajudar seu filho nos estudos”,

“o que fazer para que seu filho seja uma pessoa melhor”,

“qual a importância do que se ensina na escola”,

“caminhos a serem trilhados para o futuro do seu filho”,

entre dezenas de outros exemplos que eu poderia dar.

E assim que chegasse, eles deveriam ser tratados como quem nos paga, com respeito, não como o pai ou a mãe que pôs no mundo aquele ser que me tira do sério:

Ficha de inscrição no curso ou palestra,

lista de presença,

cafezinho com biscoito,

certificado de participação,

Festa de formatura no final do ano para aqueles que participaram – independente da carga horária,

Cartilha ou outro material didático de cada curso ou palestra,

Material didático para anotações,

Recursos audiovisuais interessantes (data-show, devedês),

Dinâmicas de grupo,

Grupos de autoajuda no estilo “Responsáveis Anônimos”, quando cada um poderia trocar sua experiência com os outros – experiências exitosas para problemas que acham insolúveis.

É isso.

“Escola de responsáveis”.

Estes podem entrar e sair, observar as aulas, conversar com os professores, assistir aulas com o filho.

E paralelamente a isso, daríamos aulas às crianças.

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26 comentários

1 Declev via Rec6 { 17.06.2008 at 23:30 }

A importância da educação familiar: como atuar na raiz do problema escolar | Diário do Professor…

Artigo sobre a importância da educação familiar para o desenvolvimento dos alunos e proposta de um trabalho diferenciado com os responsáveis dentro da escola….

2 João Carlos { 20.06.2008 at 00:13 }

Eu teria algumas sugestões alternativas para os tópicos para os “responsáveis”:
- O que vem a ser uma boa mãe e um bom pai; (motivo: grande parte dos atuais pais não teve um pai e acha a mãe a pessoa mais “certa” do mundo…)
- Como não atrapalhar os estudos de seu filho; (motivo: muitos “entraram por uma porta e sairam por outra” e, realmente, não conseguem se convencer que escola é necessário)
- e eu poderia continuar brincando de “quem não atrapalha, já está ajudando”, mas acho que a idéia já está clara.

Mas uma coisa me parece que está, lamentavelmente, sendo omitida das contas: a pré-escola. Neste país de mães solteiras, isso é fundamental! Cria, antes que a criança comece a ter algum discernimento sobre o que ela “quer”, a noção de que “escola é bom e divertido”.

Volta e meia eu retorno a este tema lá no “Chi vó, non pó”, traduzindo notícias da Associação Americana para o Avanço da Ciência (vide os artigos que têm os imaginativos títulos de Da importância da Pré-Escola e A importância da Pré-Escola. Este último inclui os resultados positivos obtidos com um programa de apoio às famílias. E chega a uma conclusão muito prática: sai mais barato propiciar pré-escola e apoio familiar, do que gastar com polícia, poder judiciário e penitenciárias!

3 Lourdes Queiroga { 20.06.2008 at 20:33 }

É Professor…Mais uma vez,teoricamente,você está corretíssimo.E afirmo isso,com base somente numa vivência de não tão poucos anos.E, com certeza ,seu texto possui uma boa argumentação fundamentada na pesquisa e prática.Ao mesmo tempo que a constatação disso mobiliza no sentido de querer o fazer diferente,incomoda o não saber como fazê-lo.Por exemplo,como trazer o responsável para a escola? A luta pela sobrevivêcia não ocupa um tempo maior do que deveria? Na tradicional reunião de pais,além da baixa freqüência, o tempo de permanência é mínimo,sempre justificado pela impossibilidade.Será que o problema está na qualidade do encontro ou a dificuldade é real? O que fazer? A questão não será estrutural?Tomando as redes públicas de ensino…A prioridade é pedagógica?Sabemos que não.Nada contribui.Para resumir, indico apenas a carga horária desse professor que é obrigado a uma jornada de três turnos.De outro lado,os responsáveis não poderiam ocupar o espaço escolar no final de semana?E como conciliar vidas tão desencontradas?O trabalho voluntário seria legítimo nessas relações de trabalho tão injustas?NÃO SEI…TENHO QUESTÕES, PROFUNDAS INQUIETAÇÕES e DOLOROSAS FRUSTRAÇÕES.
Pois é.A proposta é instigante.MAS É PRECISO COLOCÁ-LA EM PRÁTICA. URGENTE.ISSO DEPENDE EXCLUSIVAMENTE DESSE PROFESSOR QUE TAMBÉM ESTÁ SUBMERSO NESSA LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA?

Uma professora angustiada com a situação e querendo MUDANÇAS. O QUE FAZER?

4 Rafael { 01.08.2008 at 22:33 }

Me ajudoou mt a saber oq é educação famiiliar!!
Vlw!!

5 Declev Dib-Ferreira { 06.08.2008 at 00:31 }

Oi Rafael,

Que bom que te ajudou. Volte sempre.

Abraços.

6 DANIELLA { 10.08.2008 at 22:29 }

Oi, professor:

Achava que a futilidade de um blog era evidente e nunca acionei um.
Agora realizando várias pesquisas sobre o campo da educaçao como preparação ao Mestrado; eis que entrei no seu Blog e vi que incrivel Utilidade !!!

Sou encantada pelo tema da Educação Ambiental e busco praticar.

Sobre seus escritos sobre uma escola para responsáveis, concordo com tudo.E acrescentaria a educação intra-ambiental( que como professora de educaçao física e de yoga) sei como uma boa respiração tem a capacidade de proporcionar lucidez mental e emocional e o aprendizado do relaxamento tanto corporal como mental para complementar essa “higienização”.

Vamos acreditar que as consequências da modernidade, no mínimo resignifiquem a contemporaneidade principalmente na Educação.
Até.

7 Declev Dib-Ferreira { 10.08.2008 at 22:35 }

Oi Daniella,

Obrigado pelas palavras.

Concordo plenamente com você. Acho até mesmo que os professores – e eu! – também necessitam desta educação “intra-ambiental”.

Seria muito interessante um trabalho deste tipo com os docentes, os alunos, a comunidade escolar como um todo.

Abraços.

8 Rafael Quadros { 20.09.2008 at 23:38 }

Olá,
Adorei este artigo, desejava há muito ler algo com este conteúdo, e tenho a convicção de que investir na reestruturação das famílias é a verdadeira solução de países tanto subdesenvolvidos como desenvolvidos (só observarmos as maiores taxas de depressão e suicídio em países como o Japão)!!
Gostaria muito que junto do discurso da necessidade da educação, acompanhasse o discurso da necessidade de “cortar o mal pela raiz”. Precisamos difundir esta idéia. A família é a base de tudo, nao acredito que saia um Fernandinho Beira-Mar de uma família estruturada. Nao acredito que alguém nasceu para o crime e tenho convicção de que todas as más tendências genéticas ou de espírito possam ser contidas pelo meio. A família, como diz Içami Tiba, em seus variados livros é o cerne da introjeção de valores. A escola está mais voltada para o desenvolvimento intelectual, mas em relação à moral, cabe à família prioritariamente.
Como bem ponderado acima, temos que pensar em uma aplicação prática para isto e eu vislumbro uma.
Acho sensacional os programas da Super Nanny (tanto o americano quanto o brasileiro), em que ela ensina uma família a como proceder em cada atitude de repreensão, em como fornecer o lazer à criança e em como deixar saudável o relacionamento familiar. O Governo poderia destinar porcentagens dos recursos para a Educação (o mínimo é 25% das receitas públicas, como prescreve a Constituição) para contratar e treinar agentes da família, que iriam nas casas de todas as famílias 1 vez a cada 2 anos aproximadamente (mas todas as famílias brasileiras que tenham crianças na escola) para fazer este procedimento de tornar saudável e produtiva a relação familiar, no intuito de ajudar a formar as crianças.
Isto teria impacto em todos os ramos, especialmente na diminuição da criminalidade. Junto disto, as palestras nas escolas, com vídeos educativos para pais de como proceder perante seus filhos seria indispensável (1 vez ao mês).
Portanto, junto disso acredito que uma reestruturação da grade curricular também seria importante. Matérias como Filosofia (especialmente voltado a como pensar criticamente), Sociologia e Psicologia (compreender o comportamento humano), bem como uma Base de Política (Direito Constitucional, Economia) seria fundamental. Nao vejo grande utilidade para todos de se aprofundarem em demasia em matemática (aprendendo logaritmos, números complexos e assim por diante) ou em química (com milhares de formas), se esta nao for a profissão a seguir.. É muito disparelho a grade curricular e coisas importantes ficam de fora (matérias de humanas são importantíssimas a todos), enquanto outras sao por demais aprofundadas, chateando os alunos muitas vezes.

Faço Direito em Curitiba e pretendo cursar Psicologia e fazer um mestrado em Educação Familiar para melhor compreender este fenômeno. Depois, se puder me especializar na área política (fazer curso de Economia e alguma especialização em Gestão Pública) farei com prazer, para colocar em prática idéias como estas.
Obrigado,
Rafael

9 Declev Dib-Ferreira { 01.11.2008 at 20:28 }

Prezado, Rafael, obrigado pelas palavras,

Concordo com você na necessidade de se fazer algo. Suas idéias são boas e, penso, deveriam se fazer projetos deste tipo.

Vamos em frente. Se cada um de nós divulgarmos isso e fizermos com que possam se realizar dentro de nossos meios, alguma coisa vai acontecer.

Abraços.

10 Narjara { 21.11.2008 at 13:36 }

Olá,
Adorei o seu artigo! Eu também sou doutoranda em Educação Ambiental pela Universidade Federal do Rio Grande e tenho me dedicado ao estudo sobre a educação no ambiente familiar. Tenho desenvolvido um Programa de educação Familiar em escolas do meu município como parte do meu projeto de doutorado. Apesar da importância da discussão sobre o papel educativo da família, muitas vezes a escola e seus profissionais não se mostram “abertos” para atender as famílias. Penso que isso se deve ao despreparo dos profissionais neste tipo de atendimento. Acredito que é importante preparar educadores comunitários/ sociais/ ambientais que possam propiciar aos grupos familiares a leitura de mundo sobre o seu ambiente de vida o que auxiliaria no cuidado/ educação das crianças e adolescentes.
Obrigada pelas suas contribuições para a discussão desta temática.
Abraços.

11 Izabel Cristina { 22.12.2008 at 11:26 }

O papel da familia na educaçao dos filhos todos sabemos o quanto é importante,o que acontece atualmente além dos pais monstrarem ausentes a vida escolar do filho é a participam dos avõs cada vez mais constantes na vida educacional do neto ou seja a responsabilidade que antes eram dos pais estao sendo trasferidos para os avôs.Corcode plenamente com tudo que foi dito sobre a Educaçao Familiar mais vale ressaltar que a partir do momento que se é transferido o papel da mae e do pai para uma outra pessoa é imprecidivel que havera um vazio,ou seja faltara sempre algo a esse filho.

12 Sobre comentário à Carta à Secretária, artigo de Ali Kamel, escola, educação... | Diário do Professor { 08.01.2009 at 14:33 }

[...] As famílias não têm condições de fazer este monitoramento. Por várias razões, mas dentre elas pelo simples motivo de que não sabem. Quanto a este assunto, veja meu artigo A importância da educação familiar: como atuar na raiz do problema escolar. [...]

13 Somel Serip { 14.03.2009 at 16:24 }

Declev Reynier Dib-Ferreira , olá !
Falando sobre árvores , “cortar o mal pela raíz” , no caso da educação do povo brasileiro , digo mais – temos que : selecionar a semente , esperar a época mais apropriada ao plantio , montar uma sementeira com bom substrato , semear , cuidar da muda , preparar o terreno , transplantar a muda , colocar o tutor para protege-la dos ventos ( pau que nasce torto , morre torto ! ) e acompanhar seus primeiros meses ( averiguar ocorrência de pragas ou predadores , adubar , podar etc ) .
Pois é , Declev , neste nosso País onde qualquer safado consegue se candidatar à ser político ( e consegue ! ) , o que tem que ser feito nunca será pois quanto menos consciência mais fácil é a permanência no poder dessa máfia política !
O orçamento da propaganda governamental poderia ser aplicado na divulgação de situações que induzissem ao povo melhores procedimentos de vida . Por exemplo : a campanha ” se beber não dirija !” não está sendo formadora de opinião ? – o mesmo pode ser para “só faça filho que puder criar” ! Concorda ?
Lógico que muito tem que ser feito : planejamento familiar , assistência pré-natal ( médica , alimentar , educacional e monetária ) , assistência social ( idem,..,idem) até completar o pré-escolar e , por fim , expandir para esta nova geração ( e para as 20 seguintes ) o programa assistencial . Um novo povo brasileiro estaria preparado para fazer desta uma grandiosa Nação !
Lógico que aos profissionais diretamente envolvidos teriam que ser dignamente remunerados para permitir dedicação exclusiva neste projeto .
Abraços à todos !
Somel Serip .
somelserip@gmail.com

14 Declev Dib-Ferreira { 16.03.2009 at 00:02 }

Oi Somel,

Engraçado que todos sabemos a resposta e as soluções.

Só não querem implantar…

Abraços.

15 Marcos Lima { 16.03.2009 at 08:01 }

Boas as colocações, concordo com vc, foi dado a escola o fardo de educar não só filhos mais pais tambem, a escola da familia, esta ajudando neste sentido, não acha?

16 Declev Dib-Ferreira { 16.03.2009 at 09:00 }

Oi Marcos,

Se está ajudando, eu não sei. Mas acho que nos dias de hoje, tem o dever de ajudar neste sentido, com o risco de não se conseguir fazer mais nada daqui a pouco tempo.

Abraços.

17 LadyCat { 08.06.2009 at 10:14 }

Carissimo,a educação vem do berço,hoje com essas psicologias,tipo tudo pode e nada de corrigir e respeitar os mais velhos etc…as crianças crescem insuportaveis e os pais não querem nem saber!LadyCat 08-06-2009 10:15

18 zaida { 06.07.2009 at 15:17 }

acho que nao devemos fazer uma hierarquia com relacao a escola e a famildia (educao), simplesmente acho que devem trabalhar em cooperacao.

zaida

19 Ivone Claudiana { 22.07.2009 at 20:56 }

Meu querido o seu artigo é ótimo se colocado em prática vai revolucionar a educação familiar.
Discordo totalmente com o que o João Carlos escreveu, quando ele diz que o país é de mãe solteiras, desconheço essa genética onde só a mulher concebe um filho. Ele esqueceu de acrescentar que somos um país de pais desumanos, despreparados e canalhas também. Por que só a mulher tem que ser discriminada e taxada de mãe solteira? Ficaria melhor taxa-la de mulher corajosa que cria sozinha os filhos abandonados pelos pais.
Seria bom conscientizar através de palestras escolares como se educar um filho homem, para que ele possa assumir suas responsabilidades principalmente com os filhos que eles abandonam por esse mundo.

20 Jose serpente { 12.08.2009 at 16:51 }

concordo plenamente com Ivonne Claudiana nao existe mae solteira que faz filho sozinha, no acto de conceber o filho esta mae solteira tava casada naquele momento.
entao eu acho que e dever de ambos porque o maximo responsavel de um filho no mundo e o pai e mae.
beijinhos a todos.

21 Izabel Cristina { 06.09.2009 at 17:05 }

Olá gostei muito do artigo ,trabalho com crianças e adolescentes do PETI e realmente essa prática concerteza irá ajudar muito o trabalho com os pais .
E ajudar nossas crianças e adolescentes a se desenvolverem melhor.
Um abraço!!!
Izabel

22 Michelle Sabbatini { 13.09.2009 at 09:16 }

É bom demais saber que não estou sozinha nesta linha de pensamento sobre escola e família. Inclusive, 2010 será para mim, o ano da mudança sobre esse assunto. Mudança do pensamento para a ação.
Iniciarei um trabalho voltado ao atendimento dos responsáveis: desabafo, auto-estima, dinâmicas de grupo, enfim, é necessário pra ontem começar um trabalho com os pais, se quisermos melhorar nossas condições de trabalho com os filhos!
Sou pedagoga, mas gostaria de realizar um estudo específico sobre esse tema para que possa efetivamente mergulhar neste tema, tão forte e desafiador.
Alguém sabe algum curso ou pós aqui no Rio de Janeiro sobre este assunto?

23 Professor (0) x (450) Sociedade | Diário do Professor { 18.10.2009 at 12:40 }

[...] Por isso que já falei disso por aqui. [...]

24 Ale { 11.03.2010 at 13:19 }

onde acho esse cursos
como ser uma boa mãe e um bom pai

25 Isaque Batista { 19.06.2010 at 09:09 }

Oi Professor… Blza?
Ta de Parabens !!!

26 Somel Serip { 09.08.2010 at 18:44 }

Declev Dib-Ferreira, olá !
Quem sabe, se a Marina nãopromete uma “Bolsa Reuniâo” aos pais que comparecessem nos finais de semana, a coisa não melhoraria ?
Abraços à todos !
Somel Serip.
Gerente Geral CNBVN – Coordenador

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