Afinal, o que é educação? Como se faz educação?
Afinal, o que é educação?
Para quê serve a escola?
Que tipo de educação queremos?
Reflexões de um professor atormentado engaiolado e enloquecido como um felino na jaula do zoológico…
Afinal, o que é educação?
Para quê serve a escola?
Que tipo de educação queremos?
Reflexões de um professor atormentado engaiolado e enloquecido como um felino na jaula do zoológico…
Estudo mede contribuição da Escola ao desenvolvimento intelectual.
Esta é mais uma falácia para falar mal da escola pública, mais um reducionismo do amplo espectro da educação.
Vejam o texto completo do artigo sobre o estudo da contribuição da escola ao desenvolvimento intelectual.
E não deixem de ler meus comentários sobre o assunto.
(…)
Pra não dizerem que só reclamo, ideias para a educação.
Sabem aquela coisa: “Se eu pudesse…”
(…)
– Professor, onde eu acho? – pergunta a aluna sobre o tema do projeto de pesquisa proposto.
(…)
Resposta de uma professora à revista Veja.
Recebi por email.
É antigo, mas acho que vale a pena.
Não assine, não compre, nem mesmo leia a veja se te darem de graça.
Como desenvolver a educação, com as condições que nos dão (ou que NÃO nos dão)?
A educação é uma construção, e não uma imposição. É uma interação, uma troca, mas não uma imposição estéril de ideias.
Mas como desenvolver essa construção, essa interação, essa troca com uma turma de 40 alunos adolescentes sentados em uma sala de 30 ou 40 metros quadrados?
(…)
Torno a fazer aqui uma discussão sobre as cotas e a questão do racismo em nosso país.
Existe racismo? As cotas são necessárias? São justas?
Muito mais do que simplesmente ser contra por um pensamento mesquinho, é necessários fazer uma análise profunda em nossa sociedade e a forma como tratamos as pessoas pela simples diferença da cor da pele.
Um breve texto sobre as discussões envolvendo a reprovação e a aprovação automática. Por exemplo: qual deles provoca mais danos aos alunos?
Conto a história de um aluno no qual percebi que o caderno é uma bagunça: tem um parágrafo escrito em uma folha, outra em branco, uma folha escrita um parágrafo, outra em branco, além de que as matérias estão todas misturadas: uma página com Português, outra em branco, outra com Matemática, outra em branco, outra com geografia…
Como isso pode acontecer no 7º ano?
Será que quando pensamos em educação estamos levando em conta que o professor é de carne e osso? As ideias e políticas públicas educacionais no Brasil não estariam cheias de menções implícitas a um modelo robotizado de docente?